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	<title>#sepse &#8211; Plastlabor</title>
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	<description>&#124; Grupo Solabia - Tudo para microbiologia . Meios de cultura . cepas ATCC</description>
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		<title>Sepse uma doença silenciosa que precisa de atenção</title>
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				<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 21:07:54 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[No Brasil, estima-se que anualmente 240 mil pessoas cheguem a óbito devido a complicações causadas pela sepse. Esse número afeta principalmente recém-nascidos, crianças e idosos. Entretanto, a sepse afeta também pessoas com algum grau de deficiência no sistema imune. Um dos fatores para esse número elevado é a falta de tratamento antibacteriano e ferramentas para &#8230; <a href="https://plastlabor.com.br/noticias/sepse-uma-doenca-silenciosa-que-precisa-de-atencao/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sepse uma doença silenciosa que precisa de atenção</span></a>]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, estima-se que anualmente 240 mil pessoas cheguem a óbito devido a complicações causadas pela sepse. Esse número afeta principalmente recém-nascidos, crianças e idosos. Entretanto, a sepse afeta também pessoas com algum grau de deficiência no sistema imune. Um dos fatores para esse número elevado é a falta de tratamento antibacteriano e ferramentas para o diagnóstico precoce.</p>
<p>Segundo o relatório &#8220;<a href="https://apps.who.int/iris/rest/bitstreams/1425317/retrieve" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>2021 Antibacterial agents in clinical and preclinical development: an overview and analysis</strong></a>&#8220;, da Organização Mundial da Saúde (OMS), do total de 43 antibióticos em desenvolvimento não conseguiriam resolver o problema e quase todos os novos produtos foram lançados nas últimas décadas são variações de outros descobertos nos anos 1980.</p>
<p>&#8220;A falha persistente em desenvolver, fabricar e distribuir novos antibióticos eficazes está alimentando ainda mais o impacto da resistência antimicrobiana e ameaça nossa capacidade de tratar infecções bacterianas com sucesso”, declarou <a href="https://news.un.org/pt/story/2021/04/1747822" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Hanan Balkhy</strong></a>, diretor-geral Assistente da OMS para o tema.</p>
<p><strong>Inovação.</strong> Embora exista a falta de evolução dos fármacos, a tecnologia pode ser um dos caminhos no combate à sepse. Em entrevista ao portal <a href="https://pebmed.com.br/como-a-tecnologia-pode-ajudar-na-deteccao-de-microrganismos-e-genes-de-resistencia-relacionados-a-sepse" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>PEBMED</strong></a>, a especialista em microbiologia na <em>Mobius Life Science</em>, Natália Carvalho, aponta que um dos possíveis caminhos para detectar o patógeno causador da sepse, pode ser por meio da análise de DNA e RNA dos pacientes.</p>
<p>A especialista observa que por meio desse tipo de teste é possível detectar a presença de diversos alvos com elevada sensibilidade em pouca horas. Além de poder ser realizado a partir de hemocultura positiva e swab de vigilância.</p>
<p>Outra alternativa que demonstra ser promissora foi a identificação por pesquisadores do<strong> <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fimmu.2022.844878/full" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Butantan</a></strong> de uma proteína produzida pela bactéria <em>Escherichia coli</em>, denominada Sat. A principal contribuição do estudo é possibilitar um novo entendimento sobre a infecção e auxiliar na descoberta de tratamentos, que poderão ser aplicados logo no início da infecção.</p>
<p><strong>Prevenção.</strong> Embora existam pesquisas e produtos promissores, segundo a OMS &#8220;a linha clínica e os antibióticos recentemente aprovados são insuficientes para enfrentar o desafio de aumentar a emergência e disseminação da resistência antimicrobiana”.</p>
<p>Assim, a melhor forma de combater a sepse, ainda, é por meio de ações simples e de baixo custo, principalmente em ambiente hospitalar, como a higiene adequada das mãos, cuidados com os equipamentos médicos e orientação aos pacientes para evitar a autotomedicação.</p>
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		<title>Dia Mundial da Sepse</title>
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				<pubDate>Sun, 13 Sep 2020 12:55:15 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#sepse]]></category>

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				<description><![CDATA[O Dia Mundial da Sepse tem como objetivo conscientizar e ampliar o debate sobre esse tipo de infecção, responsável por milhares de mortes anualmente. ]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>A sepse, mais conhecida como infecção generalizada, atualmente é a principal causa de óbitos nas unidades de terapia intensiva (UTI), com taxa de mortalidade maior que o infarto do miocárdio e de alguns tipos de câncer. Estima-se cerca de 240 mil óbitos por ano no Brasil, 30 milhões de óbitos no mundo e 6 milhões de óbitos em neonatos por sepse (<a href="https://diamundialdasepse.com.br/">https://diamundialdasepse.com.br/</a>). Recentemente a OMS reconheceu a sepse como Prioridade de Saúde Mundial.</p>



<p>Estudos multicêntricos ao redor do mundo evidenciam que cerca de 31,5 milhões de casos de sepse ocorrem anualmente, gerando em torno de 5,3 milhões de mortes por ano entre 2005 &#8211; 2015. Em trabalhos recentes, o grupo da aliança mundial pela sepse relata que ocorrem 50 milhões de casos no mundo por ano, dos quais 11 milhões de pessoas podem morrer. Desta forma, <strong>OCORRE UMA MORTE A CADA 2,8 SEGUNDOS</strong>, sendo uma entre cada cinco causas de mortalidade nível mundial, está relacionada a sepse.</p>



<p>Qualquer tipo de infecção pode evoluir para Sepse. As mais comuns são pneumonia, infecções abdominais, infecções urinárias e infecções de corrente sanguínea sem foco conhecido. Os principais patógenos associados à sepse são: <em>Staphylococcus aureus</em> (20.5%),&nbsp;<em>Pseudomonas</em>&nbsp;sp. (19.9%),&nbsp;<em>Enterobacteriacae</em>&nbsp;(principalmente&nbsp;<em>E. coli</em>, (16.0%), <em>Enterococcus sp</em> (10,9%), e fungos (principalmente <em>Candida albicans</em> 17%) (MAYR; YENDE; ANGUS, 2014).</p>


<p>Embora não existam sintomas específicos, o indivíduo que apresentar um quadro de infecção e febre, aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia), respiração mais rápida (taquipnéia), fraqueza intensa, tonteiras, e pelo menos um dos sinais de agravamento da infecção, como pressão baixa, diminuição da quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou confusão (principalmente os idosos), devem procurar imediatamente um serviço de emergência, pois as primeiras horas de tratamento são as mais importantes.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:image --></p>
<figure class="wp-block-image"><img class="aligncenter" src="https://lh4.googleusercontent.com/HddHF-J_s7iAwVaFZnkGGHaQV-19jxvmF9j7dQ7-Uaj0AOevMsQr6y3uWOa65QGfmBTI35ObUSyevqOINyOlPxG8uMQsDH4R1P6LdS5EUzZ8sbNIsqd8Kr6lBS3KzF3woIfukiA4" alt=""></figure>
<p><!-- /wp:image --></p>
<p><!-- wp:paragraph -->Culturas de sangue, bem como outras culturas de locais sob suspeita de infecção, quando os casos de sepse não tiverem foco definido,&nbsp;devem ser obtidas a fim de detectar o agente causador da doença, direcionar o tratamento e aumentar sua eficácia. As hemoculturas possuem papel primordial, pois entre 30% a 50% dos pacientes com sepse grave, apresentam hemoculturas positivas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph -->O tratamento é feito com a antibioticoterapia adequada o mais rápido possível. Existem evidências de que pacientes com sepse que receberam antibioticoterapia adequada ao perfil de sensibilidade do agente infeccioso isolado em cultura, apresentaram menor letalidade do que indivíduos que receberam terapia inadequada.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph -->O risco de sepse pode ser mitigado, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação. Uma higiene adequada das mãos e cuidados com equipamentos médicos podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam à sepse. Evitar a automedicação e o uso desnecessário de antibióticos também é importante para prevenir a sepse, uma vez que assim pode-se mascarar os sinais e sintomas da infecção.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph -->A campanha do Dia Mundial da Sepse (13/9) tem como objetivo conscientizar não somente profissionais da saúde, como também o público geral, sobre a importância de reconhecer os sinais da sepse e a importância do rápido diagnóstico. Essa luta é de todos nós!</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --><strong>Fontes: <br></strong><a href="http://bvsms.saude.gov.br/ultimas-noticias/2788-13-9-dia-mundial-da-sepse" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Biblioteca Virtual em Saúde &#8211; 13/9 Dia Mundial da Sepse</a></p>
<p><a href="http://diamundialdasepse.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dia Mundial da Sepse</a></p>
<p><strong>Referências:<br></strong><!-- wp:paragraph -->DIAMENT, Décio et al. Diretrizes para tratamento da sepse grave/choque séptico: abordagem do agente infeccioso-diagnóstico. <strong>Revista Brasileira de Terapia Intensiva</strong>, v. 23, n. 2, p. 134-144, 2011.MAYR, Florian B.; YENDE, Sachin; ANGUS, Derek C. Epidemiology of severe sepsis. <strong>Virulence</strong>, v. 5, n. 1, p. 4-11, 2014.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- /wp:paragraph --></p>
<p>MAYR, Florian B.; YENDE, Sachin; ANGUS, Derek C. Epidemiology of severe sepsis. <b>Virulence</b>, v. 5, n. 1, p. 4-11, 2014.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Sepse: Uma doença que necessita de prevenção</title>
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				<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 07:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
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				<description><![CDATA[A Sepse é considerada uma emergência médica e seus sintomas se confundem com outras enfermidades e, por isso, a doença nem sempre é diagnosticada em tempo de ser contida.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. No Brasil, o assunto chama a atenção devido ao alto índice de mortalidade. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), a expectativa de ocorrência de sepse no Brasil é de 670 mil casos por ano, com 50% destes evoluindo para o óbito.</p>
<p>Outro dado alarmante divulgado pelo <a href="https://t.umblr.com/redirect?z=http%3A%2F%2Fwww.ilas.org.br%2F&amp;t=ZTVlZjdjMzE1N2QwOTZhNDI0MTQ0NGNkZDg2YjFkM2Q5MzYyNzBkMixHUnNuTVJZeQ%3D%3D&amp;b=t%3AkYkdfUYlnuUifTyKzlUU3A&amp;p=https%3A%2F%2Fplastlabor.tumblr.com%2Fpost%2F187685875681%2Fsepse-uma-doen%25C3%25A7a-que-necessita-de-preven%25C3%25A7%25C3%25A3o&amp;m=1" target="blank" rel="noopener noreferrer"><b>ILAS</b></a> é de que entre 60% e 70% das pessoas com sepse desenvolveram a doença a partir de bactérias, vírus e fungos fora do ambiente hospitalar. Exatamente para tentar reduzir esses números que o dia 13 de setembro foi escolhido como data de concretização e educação sobre a enfermidade.</p>
<p>Entender como a sepse se desenvolve é um importante passo no combate a doença. Principalmente, pelo fato de qualquer foco infeccioso, leve ou grave, poder evoluir para sepse. As mais comuns são a pneumonia, infecções intestinais e infecções urinárias. Por isso, quanto menor o tempo com infecção, menor a chance de surgimento da enfermidade.</p>
<p>Os sintomas da sepse são inespecíficos, o que dificulta o diagnóstico precoce. Os pacientes infectados devem ficar atentos a sinais como:</p>
<figure class="tmblr-full" data-orig-height="890" data-orig-width="1274"><img class="" src="https://66.media.tumblr.com/e7ef536c2f1d2b9e7e3451f720e24c03/74bfa111f3e3f85d-14/s540x810/a9d0709a3425e04e8e855515141ab56ca6350bbb.png" alt="Dia Mundial da Sepse"></figure>
<p><b>Prevenção.</b> O risco de sepse pode ser diminuído com ações simples e de baixo custo, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação. A higiene adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico também podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam à sepse. É importante frisar, no entanto, que a sepse não acontece só por causa de infecções hospitalares. A maioria dos pacientes já chegam com os sintomas nos serviços de urgência e emergência. Assim, bons hábitos de saúde podem ajudar. Outra dica essencial é evitar a automedicação e o uso desnecessário de antibióticos.</p>
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