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	<title>Plastlabor &#8211; Plastlabor</title>
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	<description>&#124; Grupo Solabia - Tudo para microbiologia . Meios de cultura . cepas ATCC</description>
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	<title>Plastlabor &#8211; Plastlabor</title>
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	<item>
		<title>Mães Empreendedoras</title>
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				<pubDate>Mon, 10 May 2021 20:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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				<description><![CDATA[Encontro realizado na ONG One by One com mães participantes do projeto de empreendedorismo]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[



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			<p>Encontro realizado na ONG One by One com mães participantes do projeto de empreendedorismo, cujo propósito é incentivar e qualificar mães de crianças com necessidades especiais a empreender.</p>

		</div>
	</div>
		</div>
	</div>
</div>



		
	</div>








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		<title>Produtos de sangue animal como ferramenta da microbiologia</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/noticias/qualidade-produtos/</link>
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				<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 16:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[analisesclinicas]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>

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				<description><![CDATA[Os produtos de origem animal ainda são essenciais para testes clínicos, mas você sabe como são produzidos?]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Os produtos de origem animal ainda são essenciais para testes clínicos, geralmente os doadores são cavalos e carneiros, que possuem um rigoroso sistema de vigilância para garantir a segurança biológica dos insumos, acompanhados de testes completos para prevenir e eliminar potenciais riscos.</p>



<p>Para garantir a qualidade requerida,
os animais
são criados
em ambientes
controlados. Além de serem
tratados com técnicas de baixo
estresse que mantém a confiança
e cooperação dos animais durante as
doações, os intervalos de coleta
nunca são
inferiores a</p>



<p>30 dias, e
somente realizados por pessoal qualificado
e treinado.</p>



<p>Essas medidas são adotadas para
proporcionar confiança de que o
material coletado irá atender às necessidades
específicas, e que procedimentos devidamente validados foram utilizados e documentados.</p>



<p><strong>Bem</strong><strong>-estar
animal</strong></p>



<p>Atualmente, no Brasil, somente poucas
fazendas são certificadas para esse
tipo de
atividade. O motivo é
que o
processo é longo e com
alto custo.
A seleção
é minuciosa
para garantir a saúde de todos
os animais.
A área
de pasto
deve ter
boa extensão
e é
necessária a supervisão veterinária rigorosa.</p>



<p>Os carneiros e os cavalos
doadores de sangue seguem uma
dieta especial,
preferencialmente, de alimentos orgânicos
e mantidos
o mais
livre de
produtos químicos possível.</p>



<p><strong>Plastlabor e a produção de placas Ágar Sangue de Cavalo e Carneiro</strong></p>



<p>&#8211; A Plastlabor mantém altos padrões de qualidade em todos os processos, desde a coleta, até o processamento e embalagem, para garantir produtos com alta qualidade;</p>



<p>&#8211; A qualidade do sangue utilizado na fabricação de meios de cultura é importante e depende diretamente de vários fatores, dentre os quais a saúde do animal, a presença de substâncias que possam causar interferência no crescimento de microrganismos, e os métodos utilizados no processamento do sangue, durante a fabricação do produto;</p>



<p>&#8211; Todos os lotes são
acompanhados de certificado detalhado dos
testes realizados. Porém, outros testes adicionais
podem ser
realizados a pedido do cliente;</p>



<p>&#8211; O registro completo de
fabricação é mantido para todos
os lotes.
Assim é
possível realizar a rastreabilidade em caso
de necessidade.</p>



<p>Outras dúvidas ou informações podem ser consultadas com um de nossos representantes (<a href="mailto:plabor@plastlabor.com.br">plabor@plastlabor.com.br</a>).</p>
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		<title>Existe economia em cultura in house?</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/noticias/cultura-in-house/</link>
				<comments>https://plastlabor.com.br/noticias/cultura-in-house/#respond</comments>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2020 12:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cepas]]></category>
		<category><![CDATA[meiosdecultura]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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				<description><![CDATA[As soluções econômicas tornaram-se um interesse crescente para muitas empresas, que buscam métodos inovadores e convenientes para reduzir custos, aumentar a produtividade e receita, porém mantendo sempre a qualidade dos seus produtos.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>As soluções econômicas tornaram-se um interesse crescente
para muitas empresas, que buscam métodos inovadores e convenientes para reduzir
custos, aumentar a produtividade e receita, porém mantendo sempre a qualidade
dos seus produtos.</p>



<p>Atualmente nos laboratórios de microbiologia de todo o mundo
não é diferente. Muitos mantêm suas próprias culturas de estoque como um método
que consideram mais econômico. No entanto, uma análise financeira mais profunda
com suprimentos, equipamentos específicos adicionais e o tempo dedicado do
técnico no laboratório, podem provar que o custo de manter as culturas
internamente é igual ou superior ao da compra das cepas de referência padrão
pronta para uso, utilizadas no controle de qualidade. </p>



<p>Outro fator que deve ser levado em consideração, é a segurança e consistência na apuração dos resultados oferecido pelos meios de cultura prontos, o que aumenta a conformidade com as normas de regulamentação e garante que o laboratório esteja seguindo as melhores práticas.</p>



<p><strong>Cultura “</strong><em><strong>in house</strong></em><strong>”</strong><br>Neste método, é necessário o uso de variadas técnicas e equipamentos para armazenamento dos produtos por longos períodos. Para a manutenção adequada dos microrganismos, é necessário que o método de preservação adotado pelo laboratório permita que as características genotípicas e fenotípicas inerentes a cada espécie em particular sejam mantidas.&nbsp; A liofilização e o congelamento seco são os métodos de armazenamento recomendados para esse tipo de situação, métodos que requerem o uso de equipamentos como: liofilizadores, bombas à vácuo, geradores entre outros.</p>



<p>O procedimento de manufatura e controle de qualidade de cepas no caso de fabricação <em>in house</em>, apresentam especificações e exigências significativas nas auditorias, o que requer investimento, controle e pessoal qualificado para assegurar o adequado processo de produção, rastreabilidade e outras exigências necessárias para obter a conformidade legal junto aos órgãos reguladores.</p>



<p>A grande maioria dos laboratórios já constatou que não
compensa ter uma estrutura interna montada para produzir e controlar a produção
<em>in house</em>, principalmente pela
necessidade de ter um produto final de excelência, passando confiança e a
certeza das condições de esterilização do produto acabado, ficando bastante
comprometido pelo processo não-industrializado.</p>



<p>Alguns dos problemas das culturas <em>in house</em> são:<br><strong>Risco de contaminação</strong> – Devido ao erro no armazenamento, com o tempo é possível que isolados importantes sejam completamente cobertos por contaminantes;</p>



<p><strong>Perda de viabilidade</strong> &#8211; Se a subcultura não for realizada
nos intervalos exigidos e as culturas forem armazenadas inadequadamente,
isolados sensíveis podem perder a viabilidade e serem irrecuperáveis;</p>



<p><strong>Crescimento contínuo em temperaturas
frias</strong> &#8211; Alguns
organismos, como <em>Listeria monocytogenes</em>,
são capazes de crescer lentamente a 0ºC ou até menos;</p>



<p><strong>Erros de rotulagem</strong> &#8211; A subcultura em um grande número de tubos, muitas vezes gera uma chance significativa de erro na rotulagem. </p>



<p><strong>Mutação genética</strong> &#8211; Toda subcultura carrega um potencial
de alterações genotípicas e fenotípicas, como perda de virulência, resistência,
ou redução da motilidade.</p>



<p><strong>Aquisição de cepas prontas para uso</strong><br>Existe uma série de recursos para a compra de culturas originais que podem variar no preço e disponibilidade. Para garantir que você esteja recebendo o melhor produto para as suas necessidades é preciso avaliar todas as opções disponíveis, comparar os preços de cada fornecedor e oferta de produtos. </p>



<p>Também é preciso considerar os tipos de testes a serem realizados
e quaisquer requisitos que possa precisar de um microrganismo. Por exemplo, existirá
a necessidade de uma concentração específica? As possibilidades apontam que seja
mais econômico comprar um produto pronto para uso, com a concentração desejada
e com pouco ou nenhum tempo de preparação, ao invés de gastar tempo e ter um
custo maior para mudar uma cultura de referência padrão.</p>



<p>Atualmente, a melhor maneira de assegurar qualidade, confiabilidade e economia nas análises e processos laboratoriais, é a inclusão de cepas prontas para uso na rotina laboratorial. A <a href="https://plastlabor.com.br/">Plastlabor</a> é licenciada para a &nbsp;comercialização de <a href="https://plastlabor.com.br/produtos/cepas-atcc/">cepas controle &nbsp;derivativas ATCC</a> no Brasil, e também é uma das maiores fornecedoras de meios de cultura prontos para uso. </p>



<p>A Plastlabor oferece a Garantia no Controle de Qualidade de testes físico-químicos e microbiológicos realizados com segurança e validação prévia, diminuindo a necessidade de um técnico nestas atividades, economizando tempo, consequentemente custos, e o mais importante, padronizando os processos realizados no seu laboratório.</p>
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		<item>
		<title>Detection of Drug Resistant Mycobacterium Tuberculosis Strains Using Kit SIRE Nitratase®: a Multicenter Study</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/papers/detection-of-drug-resistant-mycobacterium-tuberculosis/</link>
				<comments>https://plastlabor.com.br/papers/detection-of-drug-resistant-mycobacterium-tuberculosis/#respond</comments>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 20:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Papers]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[papers]]></category>
		<category><![CDATA[posters]]></category>

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				<description><![CDATA[The Commercial Kit SIRE Nitratase® PlastLabor, is a drug susceptibility test kit used to detect Mycobacterium tuberculosis resistance to first-line TB treatment drugs. The present study aimed at evaluating its performance in a multicenter study. ]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Multidrug resistant tuberculosis (MDR-TB) is a threat to TB control  worldwide. In 2017 the total number of MDR-TB cases recorded in Brazil  was 86.858, the incidence of TB associated with HIV was 44/100.000, the  estimated number of MDR/RR-TB (Rifampicin Resistant Tuberculosis) cases  was 2000 (among all notified pulmonary TB cases), and the number of  laboratory confirmed Extensively Drug Resistant Tuberculosis (XDR-TB)  cases was 16. Therefore, the accurate identification and drug susceptibility testing (DST) of all <em>Mycobacterium tuberculosis</em> (<em>M. tuberculosis</em>) strains is crucial in choosing the proper therapy, achieving drug resistance surveillance, and reducing disease transmission. </p>



<table class="wp-block-table aligncenter" rules="none" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://plastlabor.estudiotouch.com/wp-content/uploads/2019/11/logo_pdf.png" width="19" align="left"></td>
<td><a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&#038;pid=S1516-89132020000100308&#038;tlng=en" target="blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Detection of Drug Resistant Mycobacterium Tuberculosis Strains Using Kit SIRE Nitratase®: a Multicenter Study</strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Higienização Ambiental</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/noticias/higienizacao-ambiental/</link>
				<comments>https://plastlabor.com.br/noticias/higienizacao-ambiental/#respond</comments>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 11:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bacteria]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[microrganismo]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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				<description><![CDATA[Atualmente, ter e manter um ambiente limpo é essencial para empresas ou comércio terem capacidade de seguir em pleno funcionamento. Porém, existem diferentes produtos que podem ser utilizados para limpeza e desinfecção dos espaços.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, ter e manter um ambiente limpo é essencial para empresas ou comércio terem capacidade de seguir em pleno funcionamento. No entanto, segundo Nota Técnica nº 26/2020, da <a href="http://portal.anvisa.gov.br/documents/219201/4340788/SEI_ANVISA+-+0964813+-+Nota+T%C3%A9cnica.pdf/71c341ad-6eec-4b7f-b1e6-8d86d867e489">Anvisa</a>, existem diferentes produtos que podem ser utilizados para limpeza e desinfecção dos espaços.</p>
<p>O problema é saber identificar a finalidade e utilizar corretamente esses produtos. Um exemplo foi o recente estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (<a href="https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.03.09.20033217v2">CDC</a>), que observou a sobrevida do vírus do Covid-19 em diferentes superfícies: aço inoxidável = 3 dias; plástico = 3 dias; papelão = 1 dia; cobre = 4 horas.</p>
<p>Dessa forma, as ferramentas de limpeza, incluindo esponjas e panos, apesar da aparente sensação de limpeza podem servir somente para mover os germes de uma superfície para outra. Enquanto, desinfetar pode eliminar uma alta porcentagem de germes em uma superfície, mas será que a superfície foi realmente limpa?</p>
<p>Segundo a Anvisa, alguns produtos que podem ser utilizados na higienização ambiental são:</p>
<ul>
<li>Hipoclorito de sódio a 0.5%</li>
<li>Alvejantes contendo hipoclorito (de sódio, de cálcio) a 2-3.9%</li>
<li>Iodopovidona (1%)</li>
<li>Peróxido de hidrogênio 0.5%</li>
<li>Ácido peracéco 0,5%</li>
<li>Quaternários de amônio, por exemplo, o Cloreto de Benzalcônio 0.05%</li>
<li>Compostos fenólicos</li>
<li>Desinfetantes de uso geral com ação virucida.</li>
</ul>
<p>Porém, o correto manuseio dos produtos acima deve ser realizado por profissionais, pois possuem indicação e ação específica para cada tipo de ambiente. Como o Quaternário de amônio que é amplamente empregado nas indústrias de cosméticos, farmacêutica e domissanitária. O produto também passou a integrar o protocolo da <a href="https://www.marinha.mil.br/noticias/marinha-utiliza-quaternario-de-amonio-em-acoes-de-prevencao-e-combate-covid-19">Marinha</a> brasileira, como forma de aprimorar&nbsp; prevenção e combate ao Covid-19.</p>
<p><b>Suporte profissional. </b>Embora pareça fácil a higienização ambiental, em muitos casos, necessita contar com o apoio profissional para realizar a limpeza correta do ambiente. Um exemplo, da importância desse tipo de serviço são as constantes notícias sobre <a href="https://www.metropoles.com/brasil/casos-de-covid-19-em-frigorificos-estao-em-alta-e-seguro-consumir-carne">contaminação em frigoríficos</a>, que podem ser causadas por contaminação cruzada ou uso incorreto de produtos. Independente do motivo a consequência é a perda de credibilidade da marca.</p>
<p>Por isso, a higienização ambiental deve ser uma política para qualquer estabelecimento comercial, industrial ou de serviços. Esse processo deve seguir critérios rígidos, baseado no tipo do microrganismo que pode afetar aquele setor específico e no produto adequado para realizar a limpeza.</p>
<p><b>Certificação.</b> A higienização é fundamental para garantir, principalmente, a qualidade do produto final. O procedimento de certificar obedece alguns passos, como:</p>
<p><b>&#8211; Quando &#8211; </b>A periodicidade vai variar de acordo com a área a ser limpa. Indústrias de alimentos possuem áreas que precisam ser limpas a cada lote produzido, enquanto os demais departamentos podem necessitar de higienização semanal ou mensal;</p>
<p><b>&#8211; De que forma &#8211;</b> Os produtos e o tipo de higienização variam de acordo com o segmento;</p>
<p><b>&#8211; Como &#8211;</b> Cada ambiente tem necessidades específicas para a realização da higienização.</p>
<p>Todos esses passos fazem parte de um conjunto de procedimentos que irão ser documentados e servirão para comprovar a qualidade ambiental.</p>
<p>Empresas como a <a href="https://plastlabor.com.br/">Plastlabor</a> e a <a href="https://www.wclean.com.br/">WClean</a> são imprescindíveis para atuar como parceiras na estruturação de políticas de qualidade ambiental, fornecendo desde de profissionais qualificados para montar um planejamento de controle de qualidade, passando pela identificação de quais microrganismos podem estar presentes nos ambientes e quais os produtos indicados para a melhor higienização.</p>
]]></content:encoded>
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							</item>
		<item>
		<title>Microbiologia no setor de cosméticos</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/noticias/cosmeticos/</link>
				<comments>https://plastlabor.com.br/noticias/cosmeticos/#respond</comments>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 15:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[meiosdecultura]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[microrganismo]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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				<description><![CDATA[A indústria de cosméticos produz anualmente uma grande diversidade de produtos e tem uma extensa legislação que abrange toda cadeia produtiva. A RDC nº 48/2013, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), também conhecida como a Lei das Boas Práticas de Fabricação e a Análise Microbiológica em Cosméticos, afirma “que os  produtos  de  higiene  pessoal,  cosméticos  e  perfumes  devem  ser  seguros  nas condições normais ou previsíveis de uso”.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<div class="ts-row wpb_row vc_row-fluid ts-total-col-1 ts-zindex-0 vc_row container ts-bgimage-position-center_center">

        
		
		
		

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			<p>A indústria de cosméticos produz anualmente uma grande diversidade de produtos e tem uma extensa legislação que abrange toda cadeia produtiva. A <a href="http://portal.anvisa.gov.br/documents/33880/2568070/rdc0048_25_10_2013.pdf/608ab1e6-1258-444d-b04c-86c6e35ead14"><strong>RDC nº 48/2013</strong></a>, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), também conhecida como a Lei das Boas Práticas de Fabricação e a Análise Microbiológica em Cosméticos, afirma &#8220;que os  produtos  de  higiene  pessoal,  cosméticos  e  perfumes  devem  ser  seguros  nas condições normais ou previsíveis de uso&#8221;.</p>
<p>Para garantir a qualidade dos produtos, a Anvisa também publicou a<strong> <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/1999/res0481_23_09_1999_rep.html">RDC nº 481/1999</a></strong>, que estabelece os parâmetros para o controle microbiológico de produtos cosméticos. Embora não sejam fornecidos limites obrigatórios para microrganismos, as orientações recomendam uma contagem não superior a 10² UFC/g para produtos de uso infantil, olhos e que tenham contatos com mucosas e 10³ UFC/g para todos os outros. Os microrganismos nocivos são as <i>Pseudomonas aeruginosa</i>, <i>Staphylococcus aureus</i>, Coliformes totais e fecais, que não devem ser detectáveis.</p>
<p><b>Contaminação. </b>Embora a Anvisa tenha estabelecido os parâmetros microbiológicos e diretrizes para a fabricação de cosméticos, ela não definiu os critérios para o controle controle de qualidade.</p>
<p>Mesmo sem o detalhamento é imprescindível a realização do monitoramento do ambiente de produção e a manutenção de rigorosas práticas de higiene, que vão contribuir para baixos níveis de contaminação no ponto de fabricação. Entre os motivos mais comuns para contaminação estão:</p>
<ul>
<li>Ambiente de fabricação sem devida vedação para impedir a contaminação do ar ou entrada de insetos;</li>
<li>Matérias-primas contaminadas, como: água ou outros insumos;</li>
<li>Ingredientes que estimulam o crescimento de microrganismos, sem um sistema conservante eficaz;</li>
<li>Embalagem que não protege um produto adequadamente;</li>
<li>Más condições de transporte ou armazenamento.</li>
</ul>
<p>Além do rigor durante a produção, também é necessário garantir, que o produto possa suportar condições adversas de armazenamento. Cosméticos com muita concentração ​​de água podem favorecer o crescimento microbiano, levando à deterioração do produto ou à contaminação por patógenos. Por esse motivo, um sistema preservativo eficaz é geralmente essencial. Um problema adicional é a crescente demanda do consumidor por produtos &#8220;sem conservantes&#8221;. Dessa forma, a única maneira de avaliar adequadamente um sistema de preservação é por meio de um teste de desafio microbiano.</p>
<p>Os princípios que norteiam uma produção com baixo risco de contaminação podem ser resumidos em:</p>
<ul>
<li>Testes de matérias-primas e insumos;</li>
<li>Controle da qualidade microbiológica da água;</li>
<li>Monitoramento de higiene no ambiente de produção (controle da correta utilização das EPIs);</li>
<li>Monitoramento de equipamentos (limpeza do maquinário e testes de contagem microbiana);</li>
<li>Teste no produto acabado.</li>
</ul>
<p>Assim, os testes devem estar presentes em toda a cadeia produtiva dos cosméticos para garantir segurança e evitar a suspensão de vendas e/ou recall de produtos já disponíveis no mercado.</p>
<p>A <a href="https://plastlabor.com.br/microbiologia-para-industria/industria-de-cosmeticos/">Pla<strong>stlabor</strong></a> oferece soluções para toda a rotina de análise microbiológica de cosméticos, além de consultoria para garantir a máxima qualidade e segurança no processo produtivo, que pode ser consultado com um representante da empresa.</p>

		</div>
	</div>
		</div>
	</div>
</div>



		
	</div>
]]></content:encoded>
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							</item>
		<item>
		<title>Controle de qualidade na indústria no pós pandemia</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/noticias/controle-de-qualidade/</link>
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				<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 12:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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				<description><![CDATA[Com a flexibilização das regras da quarentena em muitas cidades, empresas dos mais variados segmentos, que estiveram fechadas ou funcionando parcialmente vão voltar as atividades, mas deverão se adaptar rapidamente para conseguir voltar a produção sem riscos de surtos de coronavírus entre os colaboradores. Segundo relatório da The Food Industry Association (FMI) uma das principais &#8230; <a href="https://plastlabor.com.br/noticias/controle-de-qualidade/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Controle de qualidade na indústria no pós pandemia</span></a>]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Com a flexibilização das regras da quarentena em muitas cidades, empresas dos mais variados segmentos, que estiveram fechadas ou funcionando parcialmente vão voltar as atividades, mas deverão se adaptar rapidamente para conseguir voltar a produção sem riscos de surtos de coronavírus entre os colaboradores.</p>


<p>Segundo relatório da <a href="https://drive.google.com/file/d/1VyAXL7l54Bb2MtoXcRKcXmXo5weiJiVd/view" target="blank" rel="noopener noreferrer">The Food Industry Association</a> (FMI) uma das principais ferramentas para o empresário utilizar é o planejamento de médio e longo prazo, tendo em vista, principalmente, um cenário de possíveis novos surtos do coronavírus.</p>



<p>O Ministério da Saúde, por meio da <a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-1.565-de-18-de-junho-de-2020-262408151" target="blank" rel="noopener noreferrer">portaria nº 1.565</a>, de 19/6, além de sugerir um plano de ação para a retomada das atividades, também, salienta a necessidade deste documento incluir a possibilidade de uma nova interrupção das atividades, em &#8220;função de mudanças no contexto local de transmissão da Covid-19&#8221;.</p>


<p>Entre as principais orientações, que também é indicada pela Anvisa, são apontadas:</p>
<p>&#8211; A adaptação das bancadas e praças de trabalho, para ampliar o espaçamento físico entre os colaboradores;</p>
<p>&#8211; Estimular o uso de máscaras e/ou protetores faciais em todos os ambientes;</p>
<p>&#8211; A criação de estruturas adequadas para higienização das mãos, por meio de lavagem ou pela desinfecção com álcool 70%;</p>
<p>&#8211; Evitar o compartilhamento de equipamentos sem a devida higienização;</p>
<p>&#8211; Promover a higienização do ambiente;</p>
<p>&#8211; Manter rigorosa rotina de desinfecção dos ambientes.</p>


<p>As recomendações do Ministério da Saúde servem de complementação para a <a href="http://portal.anvisa.gov.br/documents/219201/4340788/NT+18.2020+-+Boas+Pr%C3%A1ticas+e+Covid+19/78300ec1-ab80-47fc-ae0a-4d929306e38b" target="blank" rel="noopener noreferrer">Nota Técnica 18/2020</a>, da Anvisa, que destaca a necessidade de pensar em todos os segmentos,&nbsp; sem esquecer a implementação de novas rotinas de higienização das matérias primas recebidas e para os colaboradores envolvidos na recepção destes insumos, que devem preferencialmente dispor de instalações adequadas e acessíveis para a lavagem das mãos e com o fornecimento de equipamentos de proteção individual, quando necessário.</p>



<p>Embora essas recomendações pareçam ser de fácil aplicação, o ideal é sempre contar com empresas ou profissionais qualificados, que possam entender as especificidades de cada segmento. A <a href="https://www.wclean.com.br/" target="blank" rel="noopener noreferrer">WClean</a>, empresa parceira da Plastlabor, tem atuado nesse período na realização da sanitização de ambientes e consultorias para criação, implementação e validação de protocolos sanitários.</p>



<p>A contratação de uma empresa externa pode ser um caminho viável para a implementação do protocolo sanitário dentro da empresa. De acordo com o FMI, as iniciativas são um passo importante no processo de retomada das atividades, mas precisam estar acompanhadas de um&nbsp; plano de ação, que irá definir como será feita a implantação das novas medidas de trabalho, quais serão os pontos de medição e validação, se existe a necessidade de treinamentos internos e quem será o responsável por acompanhar os indicadores. Sem esse tipo de documento todas as iniciativas de prevenção podem ficar perdidas e correm o risco de não ter adesão dos colaboradores.</p>
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		<title>Live: Complexo Burkolderia cepacia (Bcc) USP </title>
		<link>https://plastlabor.com.br/noticias/liveplast/</link>
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				<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 22:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[]]></description>
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			<p>A Plastlabor dispobilizou os conteúdos (vídeo, apresentação e Q&amp;A) da live sobre o Complexo Burkolderia cepacia (Bcc) USP &lt;60&gt;, ministrado por Letícia Dias, executiva de vendas da Plastlabor. Confira abaixo o material.</p>

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			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe title="Webinar - Complexo Burkholderia cepacia" width="847" height="476" src="https://www.youtube.com/embed/xM1FtyHw0NI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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			<h4 style="text-align: center;"><strong>Apresentação de Letícia Dias:</strong></h4>
<a href="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2020/06/PlastLabor.USP_60_Bcc._Junho_2020-1.pdf" class="pdfemb-viewer" style="width: 700px; height: 1000px; " data-width="700" data-height="1000"  data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="off">Live sobre o Complexo Burkolderia cepacia (Bcc) USP &lt;60&gt;<br/></a>

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			<h4>Perguntas e respostas realizadas durante a live:</h4>
<p><strong>É interessante fazer a pesquisa em água? Essa dúvida surgiu em muitas pessoas.<br />
</strong>A Pesquisa de Burkholderia não é uma especificação explícita nas farmacopeias, porém na USP é citado a Burkholderia no capitulo de água &lt;1231&gt; como potencial formadora de biofilmes (8.2.1) e como resistente a certos conservantes e antimicrobianos utilizados em produtos farmacêuticos (8.5.4). Dessa forma, para um adequado Programa de Monitoramento, o complexo Bcc pode e deve ser adicionado como microrganismo de “especificação”, criando um limite de alerta e de ação que pode ser baseado no histórico de resultados das análises de água.</p>
<p><strong>Malditof identifica muito bem. Eu sou da área de Análises Clínicas</strong><br />
Agradecemos por compartilhar a experiência. Alguns materiais técnicos também indicam o Vitek como um bom Sistema de Identificação. Como informado, o “<em>gold standard</em>” seriam as Identificações Genômicas.</p>
<p>A atenção deve ser muito grande com os kits bioquímicos, devido a similaridade na fenotipagem do complexo Bcc. Uma validação do método de identificação é sugerida, com cepas rastreáveis e isolados ambientais “<em>in house</em>”.</p>
<p><strong>O crescimento das colônias marrom-esverdeadas com halo amarelo é visualizado no BCSA também?</strong><br />
Sim. Segundo a USP &lt;60&gt; a presença de bactérias do complexo Bcc é indicada pelo crescimento de colônias marrom-esverdeadas com halo amarelo ou colônias brancas cercadas por uma zona vermelho-rosa no BCSA.</p>
<p><strong>O crescimento de colônias brancas no Cetrimide pode ser indício de Bcc ou não há como fazer essa afirmação?</strong><br />
<strong>Não existe no capítulo &lt;60&gt; essa indicação, dessa forma é difícil afirmar que essa possibilidade possa ocorrer. Porém não é o padrão de crescimento.</strong><br />
Em se tratando de Ágar Cetrimide, um meio de cultura de alta seletividade, que em muitas vezes para a própria P. aeruginosa exige atenção, não é aconselhável utilizá-lo como parâmetro de um possível indício de crescimento do complexo de Bcc.<br />
O mais adequado é implementar o BCSA e garantir através do “Suitability Test” a adequabilidade dos métodos dos produtos acabados da rotina de análise.</p>
<p><strong>Já existe algum teste confirmatório para o Bcc? (Sem precisar utilizar o WGS, por exemplo)</strong><br />
As literaturas apontam automações como MALDI-TOF e VITEK. Atenção deve ser redobrada com kits bioquímicos.</p>
<p><strong>Gostaríamos que você nos indicasse algum Kit para identificação bioquímica de fácil interpretação.</strong><br />
A indicação nas literaturas é que deve haver uma atenção especial com a identificação através de kits bioquímicos, devido à similaridade fenotípica do complexo Bcc. Dessa forma, a sugestão é que sejam adquiridas as disponibilidades de kits do mercado e que uma validação robusta seja realizada com cepas rastreáveis e com isolados ambientais.</p>
<p><strong>Poderia nos indicar alguma instituição que possua as cepas liofilizadas mencionadas na USP?</strong><br />
A PlastLabor é uma empresa autorizada distribuidora da Microbiologics, licenciadas da ATCC e possui uma grande variedade de ATCC no portfólio, desde as cepas solicitadas para os testes do capítulo &lt;60&gt; da USP, quanto todas as cepas referenciadas nos demais capítulos da USP. Você pode verificar através do site abaixo. No link: <strong><a href="https://plastlabor.com.br/produtos/cepas-atcc/#1587579703926-f7f00f83-0414">Plastlabor-Cepas</a>.</strong></p>
<p><strong>Para implantação dessa análise se eu não tiver então acesso a uma identificação genômica pois geralmente utilizo testes bioquímicos não tenho como confirmar a presença de Bcc?</strong><br />
Devido ao desafio reportado nas literaturas como a identificação do complexo Bcc, a indicação é a identificação Genômica. A sugestão seria uma validação robusta com o kit bioquímico que você utiliza com cepas referências e isolados ambientais de forma que você garanta que o mesmo é capaz de identificar o complexo Bcc.</p>

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		<title>Características fenotípicas associadas à virulência e ao perfil de suscetibilidade aos antifúngicos em isolados clínicos do complexo Candida glabrata</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/papers/caracteristicas-fenotipicas/</link>
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				<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 20:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Papers]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
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				<description><![CDATA[Candida glabrata é um patógeno emergente nos hospitais públicos e privados brasileiros. Baseado em análises moleculares, Candida nivariensis e Candida bracarensis foram descritas como duas novas espécies filogeneticamente relacionadas à C. glabrata, formando o complexo C. glabrata. O objetivo deste trabalho foi estudar as características fenotípicas associadas à virulência e ao perfil de suscetibilidade aos &#8230; <a href="https://plastlabor.com.br/papers/caracteristicas-fenotipicas/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Características fenotípicas associadas à virulência e ao perfil de suscetibilidade aos antifúngicos em isolados clínicos do complexo Candida glabrata</span></a>]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Candida glabrata é um patógeno emergente nos hospitais públicos e privados brasileiros. Baseado em análises moleculares, Candida nivariensis e Candida bracarensis foram descritas como duas novas espécies filogeneticamente relacionadas à C. glabrata, formando o complexo C. glabrata. O objetivo deste trabalho foi estudar as características fenotípicas associadas à virulência e ao perfil de suscetibilidade aos antifúngicos em isolados clínicos previamente identificados como C. glabrata oriundos de pacientes com quadro de candidíase entre 1998 e 2015 em dois hospitais públicos no município do Rio de Janeiro. Um total de 92 isolados clínicos foi submetido à análise molecular com base na amplificação e sequenciamento da região ITS1-5.8S-ITS2 do DNA ribossomal. A produção de enzimas hidrolíticas foi avaliada em placas ou tubos contendo meios ou reagentes específicos e a formação de biofilme foi determinada pelo método do cristal violeta e pelo ensaio de redução do XTT. O perfil de suscetibilidade aos antifúngicos in vitro foi determinado pelo método da microdiluição em caldo (CLSI, M27-A3). Candida glabrata stricto sensu foi a espécie predominante (n=91), seguida por C. nivariensis (n=1) a qual foi pela primeira vez descrita no Brasil. C. bracarensis não foi encontrada neste estudo. Em geral, os isolados de C. glabrata stricto sensu foram bons produtores de catalase, aspártico protease, esterase, fitase e hemolisina. Entretanto, não foram detectadas atividades in vitro de caseinase e fosfolipase. Além disso, esses isolados foram capazes de formar biolfime. Todos os isolados de C. glabrata stricto sensu foram suscetíveis à 5-fluorocitosina Entretanto, esses isolados apresentaram resistência à anfotericina B (9,9%), fluconazol (15,4%), itraconazol (5,5%), caspofungina (8,8%) ou micafungina (15,4%). Alguns isolados foram classificados como tipo não-selvagem para o voriconazol (33,0%) e para o posaconazol (4,4%). Anfotericina B e micafungina foram mais eficazes do que o itraconazol e a fluorocitosina frente aos isolados clínicos de C. glabrata stricto sensu na presença do biofilme. Relações estatisticamente significativas foram encontradas (i) entre o perfil de suscetibilidade da micafungina e a produção de esterase, bem como entre o perfil de suscetibilidade do fluconazol, itraconazol, micafungina e a atividade hemolítica; e (ii) entre a produção de diferentes enzimas hidrolíticas, esterase e hemolisina, e a formação de biofilme (p&lt;0,05). O isolado de C. nivariensis foi excelente produtor de aspártico protease e catalase, e um bom produtor de fitase, porém, nenhuma atividade in vitro foi detectada para as demais enzimas testadas. Este isolado também foi capaz de formar biofilme. O isolado de C. nivariensis foi suscetível à anfotericina B, caspofungina e 5-fluorocitosina, porém suscetível dose-dependente ao itraconazol e resistente ao fluconazol e à micafungina. Para voriconazol e posaconazol, este isolado foi classificado como tipo selvagem e tipo não-selvagem, respectivamente. Este estudo reforça o potencial de virulência dessas espécies e destaca o perfil de resistência de alguns isolados aos principais fármacos geralmente usados no tratamento da candidíase.</p>



<table class="wp-block-table aligncenter" rules="none" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://plastlabor.estudiotouch.com/wp-content/uploads/2019/11/logo_pdf.png" width="19" align="left"></td>
<td><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/27065/2/maria_carvalho_ini_dout_2017.pdf" target="blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Características fenotípicas associadas à virulência e ao perfil de suscetibilidade aos antifúngicos em isolados clínicos do complexo Candida glabrata</strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Isolamento de Candida spp. com utilização de meio de cultura cromogênico CHROMagar Candida</title>
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				<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 20:37:56 +0000</pubDate>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>O objetivo do presente estudo foi comparar o isolamento e identificação de leveduras do gênero Candida em meio de cultura cromogênico CHROMagar Candida com o isolamento convencional em ágar Sabouraud dextrose com cloranfenicol. Foram coletadas amostras de saliva de 50 indivíduos com idades entre 13 e 70 anos. Os participantes realizaram enxágue bucal com solução fisiológica esterilizada e tamponada com fosfato (PBS) durante 30 s. Essas amostras foram semeadas em CHROMagar Candida e ágar Sabouraud dextrose com cloranfenicol e incubadas a 37°C por 48h. A seguir, foi realizada a contagem de unidades formadoras de colônias (UFC/mL) em CHROMagar Candida e em Agar Sabouraud. Foi realizada a identificação presuntiva das espécies de Candida em CHROMagar através da observação da morfologia e cor das colônias. As colônias de Candida foram isoladas para identificação fenotípica convencional por meio das provas de produção de tubos germinativos, formação de hifas e clamidoconídeos, fermentação e assimilação de açúcares, diferencial de temperatura e urease. Os isolados identificados como C. albicans também foram analisados genotipicamente, pela técnica de Reação em Cadeia da Polimerase, para diferenciação de C. dubliniensis. Os resultados demonstraram que o ágar Sabouraud apresentou maior contagem de leveduras (UFC/mL) em relação ao CHROMagar, entretanto sem diferença estatisticamente significante. O CHROMagar foi eficaz na pré-identificação de Candida albicans e Candida tropicalis. Concluiu-se que ambos os meios foram eficazes para o crescimento de leveduras, sendo que o ágar Sabouraud dextrose com cloranfenicol apresentou maior quantidade de UFC/mL. O CHROMagar possibilitou a identificação presuntiva da maioria das espécies de Candida.<br><br></p>



<table class="wp-block-table alignleft" rules="none" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://plastlabor.estudiotouch.com/wp-content/uploads/2019/11/logo_pdf.png" width="19" align="left"></td>
<td><a href="https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https://ojs.ict.unesp.br/index.php/cob/article/viewFile/641/545" target="blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Isolamento de Candida spp. com utilização de meio de cultura cromogênico CHROMagar Candida</strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>



<p>&nbsp;</p>
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