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	<title>Papo de Especialista &#8211; Plastlabor</title>
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	<description>&#124; Grupo Solabia - Tudo para microbiologia . Meios de cultura . cepas ATCC</description>
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	<title>Papo de Especialista &#8211; Plastlabor</title>
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		<title>O Mercado de Insumos de Microbiologia: Tendências, Desafios e Oportunidades</title>
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				<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 14:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
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		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>

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				<description><![CDATA[As tendências, desafios e oportunidades do mercado de insumos de microbiologia para o ano de 2025 ]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Elen Garcia &#8211; Diretora Técnica Sênior</em></p>
<p>O mercado de insumos de microbiologia tem experimentado um crescimento significativo nos últimos anos, impulsionado pelo avanço da pesquisa científica, pela demanda por diagnósticos precisos e pelo desenvolvimento de novas tecnologias na área da saúde. Esses insumos, que incluem meios de cultura, reagentes, enzimas e kits de detecção, são essenciais para estudos microbiológicos, diagnósticos clínicos, controle de qualidade nos diversos tipos de indústria, como a alimentícia, o agronegócio e a farmacêutica.</p>
<p><b>Fatores de Crescimento</b></p>
<p>Um dos principais motivos para o crescimento desse mercado é o aumento da incidência de doenças infecciosas, que exige métodos rápidos e precisos para a identificação de patógenos. A pandemia de COVID-19, por exemplo, destacou a importância de insumos de alta qualidade para o desenvolvimento de testes diagnósticos e vacinas. A maior conscientização sobre segurança alimentar e a necessidade de monitoramento microbiológico em produtos industrializados também têm expandido a demanda por esses produtos.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-11433" src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/card_segurança-alimentar_blog-300x169.png" alt="" width="300" height="169" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/card_segurança-alimentar_blog-300x169.png 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/card_segurança-alimentar_blog-768x432.png 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/card_segurança-alimentar_blog-1024x576.png 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/card_segurança-alimentar_blog.png 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />No contexto latino-americano, o Brasil destaca-se como o segundo maior consumidor de insumos de microbiologia, ficando atrás apenas do México. Essa posição é sustentada por setores estratégicos como agronegócio, indústrias alimentícia e cosmética, laboratórios clínicos e de pesquisa. A elevada qualidade exigida nesses produtos é um reflexo da atuação do país como um dos principais exportadores de commodities e produtos industrializados, especialmente no agronegócio, onde a microbiologia é crucial para o controle de qualidade e a segurança alimentar.</p>
<p>Na indústria alimentícia e de bebidas, culturas microbianas desempenham papel fundamental em processos de fermentação, desenvolvimento de sabores e preservação de alimentos. O aumento na demanda por probióticos e alimentos funcionais também tem fomentado inovações nessa área. Já no setor de cosméticos, normas mais rigorosas da ANVISA exigem controle microbiológico rigoroso, promovendo o uso de insumos especializados e tecnologias avançadas para análises e testes.</p>
<p>Por fim, o país possui uma robusta rede de laboratórios clínicos e de pesquisa que demanda insumos microbiológicos para diagnósticos, estudos científicos e desenvolvimento de novos medicamentos, consolidando sua posição como um ator estratégico no mercado da América Latina.</p>
<p><b>Tendências Tecnológicas</b></p>
<p>A automação e a digitalização estão reformulando o mercado de insumos de microbiologia. Tecnologias como PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), sequenciamento genômico e análises com inteligência artificial vêm sendo integradas aos processos microbiológicos, otimizando diagnósticos e reduzindo custos. Paralelamente, iniciativas voltadas à sustentabilidade, como o uso de meios de cultura livres de componentes animais e reagentes menos tóxicos, têm ganhado destaque, refletindo a preocupação ambiental do setor.</p>
<blockquote><p>Em 2025, para as empresas se manterem competitivas precisarão investir em tecnologia, sustentabilidade e qualificação profissional</p></blockquote>
<p><b>Desafios do Mercado</b></p>
<p>Com um cenário global de transformações tecnológicas e socioeconômicas, o mercado enfrenta desafios significativos, como a resistência antimicrobiana, alterações regulatórias e a integração de novas tecnologias. O déficit de mão de obra qualificada é um entrave crítico que pode limitar tanto o crescimento quanto a eficácia das iniciativas no setor.</p>
<p>Além disso, fatores macroeconômicos como taxas de juros elevadas, volatilidade cambial e pressões por sustentabilidade podem dificultar o equilíbrio entre custo e inovação, especialmente em segmentos como o agronegócio, que têm aumentado sua relevância ao integrar microrganismos no fortalecimento do solo e na melhoria da produtividade agrícola.</p>
<p><b>Oportunidades para 2025</b></p>
<p><img class="size-medium wp-image-12267 alignleft" src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2025/03/card_Análises-microbiológicas-no-setor-de-bebidas_blog-300x169.png" alt="" width="300" height="169" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2025/03/card_Análises-microbiológicas-no-setor-de-bebidas_blog-300x169.png 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2025/03/card_Análises-microbiológicas-no-setor-de-bebidas_blog-768x432.png 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2025/03/card_Análises-microbiológicas-no-setor-de-bebidas_blog-1024x576.png 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2025/03/card_Análises-microbiológicas-no-setor-de-bebidas_blog.png 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />As oportunidades para o mercado de microbiologia em 2025 incluem avanços nos diagnósticos rápidos e precisos, capazes de viabilizar intervenções terapêuticas ágeis, cruciais no combate à crescente resistência antimicrobiana, tema que foi destaque no G-20 em 2024, também promete ser um diferencial importante com o desenvolvimento de soluções que auxiliem o enfrentamento da resistência antimicrobiana.</p>
<p>O estudo de microrganismos emergentes também deve ganhar relevância, impulsionado por fatores como mudanças climáticas e aquecimento global. Essa perspectiva está alinhada ao conceito de One Health, que reconhece a interconexão entre a saúde humana, animal e ambiental, destacando o papel central da microbiologia na garantia dessa sustentabilidade integrada.</p>
<p>Esse cenário permite observar que o mercado de insumos de microbiologia irá manter o seu crescimento, movido por demandas globais de saúde, avanços tecnológicos e a necessidade de inovação. Em 2025, o setor apresentará oportunidades crescentes nos segmentos agro, industrial e clínico. Assim, para as empresas se manterem competitivas precisarão investir em tecnologia, sustentabilidade e qualificação profissional, enquanto enfrentam os desafios de um cenário econômico e ambiental em constante transformação.</p>
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		<item>
		<title>Material de Referência Certificado para Laboratórios: Lab-Elite ™ CRM e Epower™ CRM</title>
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				<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 14:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[one health]]></category>
		<category><![CDATA[plastlabor]]></category>

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				<description><![CDATA[De acordo com o ISO Guide 30:2015, o material de referência certificado (MRC) é um material de referência (MR) caracterizado por um procedimento metrologicamente válido para uma ou mais propriedades especificadas, acompanhado de um certificado que fornece o valor de propriedade especificada, sua incerteza associada e uma declaração de rastreabilidade metrológica.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>De acordo com o ISO Guide 30:2015, o material de referência certificado (MRC) é um material de referência (MR) caracterizado por um procedimento metrologicamente válido para uma ou mais propriedades especificadas, acompanhado de um certificado que fornece o valor de propriedade especificada, sua incerteza associada e uma declaração de rastreabilidade metrológica.</p>



<p>O conceito de valor inclui uma propriedade nominal ou um atributo qualitativo, como identidade ou sequência. As incertezas para tais atributos podem ser expressas como probabilidades ou níveis de confiança.</p>



<p>O MRC contribui decisivamente para o aumento da confiança dos resultados das medições, com objetivo de prover rastreabilidade aos laboratórios para calibrar instrumentos, atribuir valor de propriedade a outros materiais, validar métodos de medição e garantir a qualidade de processos fundamentais para assegurar a confiabilidade metrológica.</p>



<p>A Plastlabor é a única distribuidora autorizada no Brasil para a comercialização do Material de Referência Certificado da Microbiologics®. Em seu portfólio, oferece produtos que atendem a essas especificações rigorosas.&nbsp;</p>



<p>A Microbiologics® é uma renomada produtora de Material de Referência (PMR) e fornece material de referência certificado (MRC) acreditado pela A2LA, uma autoridade metrológica internacional. Seus produtos cumprem os critérios metrológicos estabelecidos pelas diretrizes da norma ISO 17034:2016, garantindo precisão e confiabilidade para seu laboratório.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2024/09/card_Lab-Elite_e_Epower-CRM_linkedin-1024x535.png" alt="" class="wp-image-12077" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2024/09/card_Lab-Elite_e_Epower-CRM_linkedin-1024x535.png 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2024/09/card_Lab-Elite_e_Epower-CRM_linkedin-300x157.png 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2024/09/card_Lab-Elite_e_Epower-CRM_linkedin-768x401.png 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2024/09/card_Lab-Elite_e_Epower-CRM_linkedin.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O <strong>Lab-Elite ™ CRM</strong> foi projetado para ajudar laboratórios a atenderem os requisitos, pois está a apenas <strong>uma passagem da cultura de referência. </strong>Ele acompanha um Certificado de Análise abrangente, detalhando a identidade e características dos microrganismos.</p>



<p>Aplica-se aos Laboratórios Acreditados pela ISO 17025 que exigem Validação/Verificação de Processos e Instrumentos, Presença/Ausência e Métodos de Identificação.</p>



<p>O<strong> Epower™ CRM</strong> representa o máximo em autenticidade como controle de qualidade quantitativo, pois também está a apenas <strong>uma passagem da cepa de referência. </strong>Com formato versátil, é um grande benefício aos laboratórios. Cada pellet de microrganismo possui uma faixa pré-determinada de Unidades Formadoras de Colônia (UFC), para fornecer uma concentração desejada, com fácil manipulação. Além disso, acompanha Certificado de Análise abrangente, detalhando a identidade, características e desvio padrão dos microrganismos.</p>



<p>Esso formato aplica-se aos Laboratórios Acreditados pela ISO 17025 que exigem Métodos de Detecção e Enumeração, Verificação/Validação, Determinação da Carga Biológica, Concentração Letal Mínima, Qualificação de Desinfetante, Testes de Água, Testes de proficiência.</p>



<p>Para mais informações, entre em contato com nossa equipe comercial pelo telefone (21) 2501-0888 ou pelo e-mail plabor@plastlabor.com.br.</p>
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		<title>EZ-PEC™ Solução Quantitativa para Testes de Eficácia em Laboratórios</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/noticias/ez-pe-solucao-quantitativa-testes-laboratorios/</link>
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				<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 15:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[plastlabor]]></category>

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				<description><![CDATA[A Plastlabor oferece ao setor farmacêutico uma solução eficiente que economiza tempo e recursos, além de ajudar a cumprir a Farmacopeia e outros padrões e diretrizes, mesmo em procedimentos complexos como os testes de eficácia antimicrobiana.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>A Plastlabor oferece ao setor farmacêutico uma solução eficiente que economiza tempo e recursos, além de ajudar a cumprir a Farmacopeia e outros padrões e diretrizes, mesmo em procedimentos complexos como os testes de eficácia antimicrobiana.<br></p>



<p>Características do EZ-PEC™:<br></p>



<p>&#8211; Fornece 1,0 x 10^5 a 1,0 x 10^6 UFC por mL de produto testado;</p>



<p>&#8211; A rastreabilidade para culturas de referência garante autenticidade e as cepas estão a três passagens da cultura de referência;</p>



<p>&#8211; O armazenamento refrigerado é fácil e econômico;</p>



<p>&#8211; Formato pronto para uso economiza tempo e dinheiro.<br></p>



<p>Microrganismos disponíveis em conformidade com os compêndios:<br></p>



<p>·      <em><a href="https://www.microbiologics.com/0392-PEC">Aspergillus brasiliensis</a></em><a href="https://www.microbiologics.com/0392-PEC">_ derived from ATCC® 16404™</a></p>



<p>·      <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Bacillus spizizenii_ derived from ATCC® 6633™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/0486-PEC" target="_blank">Bacillus spizizeni</a></em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Bacillus spizizenii_ derived from ATCC® 6633™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/0486-PEC" target="_blank">i_ derived from ATCC® 6633™</a></p>



<p>·      <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Burkholderia cepacia derived from ATCC® 25416™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/Burkholderia-cepacia-derived-from-ATCC-25416" target="_blank">Burkholderia cepacia </a></em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Burkholderia cepacia derived from ATCC® 25416™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/Burkholderia-cepacia-derived-from-ATCC-25416" target="_blank">derived from ATCC® 25416™</a></p>



<p>·      <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Candida albicans_ derived from ATCC® 10231™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/0443-PEC" target="_blank">Candida albicans</a></em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Candida albicans_ derived from ATCC® 10231™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/0443-PEC" target="_blank">_ derived from ATCC® 10231™</a></p>



<p>·      <em><a href="https://www.microbiologics.com/0483-PEC">Escherichia coli</a></em><a href="https://www.microbiologics.com/0483-PEC">_ derived from ATCC® 8739™</a></p>



<p>·      <em><a href="https://www.microbiologics.com/0484-PEC" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Pseudomonas paraeruginosa_ derived from ATCC® 9027™ (abre numa nova aba)">Pseudomonas paraeruginosa</a></em><a href="https://www.microbiologics.com/0484-PEC" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Pseudomonas paraeruginosa_ derived from ATCC® 9027™ (abre numa nova aba)">_ derived from ATCC® 9027™</a></p>



<p>·      <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Salmonella enterica_ subsp. enterica serovar _Typhimurium_ derived from ATCC® 14028™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/Salmonella-enterica-subsp.-enterica-serovar-Typhimurium-derived-from-ATCC-14028" target="_blank">Salmonella enterica</a></em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Salmonella enterica_ subsp. enterica serovar _Typhimurium_ derived from ATCC® 14028™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/Salmonella-enterica-subsp.-enterica-serovar-Typhimurium-derived-from-ATCC-14028" target="_blank">_ subsp. enterica serovar _Typhimurium_ derived from ATCC® 14028™</a></p>



<p>·      <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Staphylococcus aureus_ subsp. _aureus_ derived from ATCC® 25923™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/ez-pec-staphylococcus-aureus-subsp-aureus-atcc-25923" target="_blank">Staphylococcus aureus</a></em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Staphylococcus aureus_ subsp. _aureus_ derived from ATCC® 25923™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/ez-pec-staphylococcus-aureus-subsp-aureus-atcc-25923" target="_blank">_ subsp. _aureus_ derived from ATCC® 25923™</a></p>



<p>·      <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Staphylococcus aureus_ subsp. _aureus_ derived from ATCC® 6538™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/0485-PEC" target="_blank">Staphylococcus aureus</a></em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Staphylococcus aureus_ subsp. _aureus_ derived from ATCC® 6538™ (abre numa nova aba)" href="https://www.microbiologics.com/0485-PEC" target="_blank">_ subsp. _aureus_ derived from ATCC® 6538™</a></p>



<p>Para saber mais informações sobre o EZ-PEC™, um dos produtos destacados na parceria entre Plastlabor e Microbiologics™, entre em contato com nossa equipe comercial pelo WhatsApp (21) 2501-0888 ou pelo e-mail <a href="mailto:plabor@plastlabor.com.br">plabor@plastlabor.com.br</a> .<br></p>
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		<title>Determinação Quantitativa de MIC com fita de gradiente de concentração de antimicrobianos</title>
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				<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 19:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[plastlabor]]></category>

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				<description><![CDATA[O MIC Test Strip é a ferramenta essencial para laboratórios e profissionais de saúde que buscam determinar com precisão a concentração mínima inibitória (MIC) de agentes antimicrobianos.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>O MIC Test Strip é a ferramenta essencial para laboratórios e profissionais de saúde que buscam determinar com precisão a concentração mínima inibitória (MIC) de agentes antimicrobianos. Ideal para detectar mecanismos de resistência em Testes de Sensibilidade aos Antimicrobianos, ele proporciona resultados confiáveis e precisos.</p>



<p><strong>Benefícios das Tiras MIC Strip Test Liofilchem®</strong></p>



<ul><li>Alta Qualidade: Fabricadas com papel especial de alta qualidade, as tiras garantem durabilidade e desempenho superior.</li><li>Precisão Extrema: Impregnadas com um gradiente de concentração predefinido de antibiótico, cobrindo 15 diluições duplas, semelhante ao método MIC convencional.</li><li>Fácil Leitura: Cada tira exibe uma escala MIC em μg/mL e um código identificador do agente antimicrobiano, facilitando a interpretação dos resultados.</li><li>Confiabilidade Comprovada: Estudos e pesquisas garantem a eficácia das nossas tiras.</li></ul>



<p><strong>Estudos e Pesquisas de Destaque</strong></p>



<p>A seguir, compartilhamos conteúdos relevantes com estudos utilizando novas drogas de antibióticos conjugados.</p>



<ul><li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34060895/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34060895/</a></li><li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34439062/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34439062/</a></li><li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35760303/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35760303/</a></li><li><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1413867022000897?via%3Dihub">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1413867022000897?via%3Dihub</a></li><li><a href="https://www.bjid.org.br/en-avaliacao-da-atividade-de-imipenemrelebactam-articulo-S1413867020301860">https://www.bjid.org.br/en-avaliacao-da-atividade-de-imipenemrelebactam-articulo-S1413867020301860</a></li><li><a href="https://www.bjid.org.br/en-atividade-de-imipenem-relebactam-e-comparadores-articulo-S1413867022001179">https://www.bjid.org.br/en-atividade-de-imipenem-relebactam-e-comparadores-articulo-S1413867022001179</a></li><li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30712199/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30712199/</a></li><li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29158270/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29158270/</a></li><li><a href="https://lume.ufrgs.br/handle/10183/271557">https://lume.ufrgs.br/handle/10183/271557</a></li></ul>



<p><strong>Códigos Plastlabor:</strong></p>



<ul><li>Tira MIC AZTREONAM-AVIBACTAM AZA 0.016/4-256/4 &#8211; caixa com 30 tiras PL 7918</li><li>Tira MIC CEFTAZIDIME-AVIBACTAM Cza 0,016/4-256/4 &#8211; caixa com 30 tiras PL 6117</li><li>Tira MIC MEROPENEM-VABORBACTAM M/V 0,016/8-256/8 &#8211; caixa com 30 tiras PL 6935</li><li>Tira MIC IMIPENEM-RELEBACTAM I/R 0,002/4-32/4 &#8211; caixa com 30 tiras PL 7630</li><li>Tira MIC CEFIDEROCOL FDC 0,016-256 &#8211; caixa com 30 tiras PL 7514</li></ul>



<p>Para saber mais sobre nossos produtos e como eles podem beneficiar seu laboratório, entre em contato com nossa equipe comercial pelo WhatsApp (21) 2501-0888 ou pelo e-mail plabor@plastlabor.com.br . <br><br>A Plastlabor está comprometida com a excelência e a inovação para proporcionar a você e ao seu laboratório os melhores produtos e soluções. Entre em contato hoje mesmo e descubra como podemos ajudar!<br></p>
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		<title>Rotina de Vigilância</title>
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				<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 15:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>

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				<description><![CDATA[Cultura de Vigilância (ou rastreamento): Detecção de colonização de microrganismos multirresistentes em amostras clínicas. ]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Cultura de Vigilância (ou rastreamento): Detecção de colonização de microrganismos multirresistentes em amostras clínicas. </p>



<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabeleceu os critérios diagnósticos e os indicadores nacionais adotados no sistema de monitoramento de infecções relacionadas à saúde. Esses protocolos devem ser amplamente discutidos entre o Serviço de Controle de Infecção, as equipes de enfermagem e o laboratório de microbiologia.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Laboratório de Microbiologia clínica possui a responsabilidade de realizar a cultura e liberar os resultados o mais rápido possível para ações de segurança à infecção relacionadas à saúde do paciente.&nbsp;</p>



<p>*Controle de Surtos; <br>*Isolamento do paciente (Cuidados de proliferação); <br>*Notificação para CCIH (Notificação para ANVISA); </p>



<p>Decisões sobre populações alvo para realização de cultura de vigilância, bem como locais para realização devem ser realizadas em dados de epidemiologia local considerando a incidência e prevalência de MDR, a situação endêmica ou epidêmica, seja em uma unidade de internação específica ou no hospital como um todo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Embora a transmissão de microrganismos multirresistentes (MDR) seja reportada com maior frequência em unidades críticas, de cuidados intensivos, todos os serviços de saúde são afetados pela seleção e disseminação de MDR.</p>



<p>Os resultados podem sinalizar também:&nbsp;</p>



<ul><li>Tempo de internação&nbsp;</li><li>Custos de tratamento&nbsp;</li><li>Taxas de morbidade e mortalidade&nbsp;</li><li>&nbsp;Práticas inadequadas de controle de infecção.&nbsp;</li></ul>



<p>As bactérias, assim como outros microrganismos, possuem alta capacidade de sofrer mutações e adquirir genes de resistência, tornando-se resistentes aos antimicrobianos. O amplo uso de antimicrobianos provoca pressão seletiva de modo que as cepas mais resistentes persistem, propagam- se e acumulam mecanismos de resistência&nbsp;</p>



<p>Uma vez detectado um microrganismo multirresistente a comunicação deverá ser realizada imediatamente aos responsáveis pela tomada de decisão no âmbito do serviço de saúde, em geral ao profissional assistente e à Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) que deverá adotar as medidas de prevenção e controle e às Coordenações de Controle de Infecção Hospitalar do Estado (CECIH), Município (CMCIH), Distrito Federal e à Anvisa.&nbsp;</p>



<p><strong>MRSA: <em>Staphylococcus aureus</em> resistentes à meticilina</strong> <br>O <em>Staphylococcus aureus</em> MRSA possui genes mecA e mecC e possuem  resistência aos antibióticos betalactâmicos, exceto a nova classe de cefalosporinas que têm atividade anti-MRSA (ceftarolina e ceftobiprole), principalmente swab nasal e axilar para detecção de colonização por microrganismos resistentes a meticiclina, entretanto outras amostras, como vias respiratórias, perianal, retal, pele e feridas operatórias, também podem ser usadas como objeto de investigação. </p>



<p>Exemplos de cepas controle para detecção de MRSA:  <br>S. aureus ATCC 29213 Sensível à meticilina  <br>S. aureus NCTC 12493 Resistente à meticilina (mecA)  <br>S. aureus NCTC 13552 Resistente à meticilina (mecC). </p>



<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>



<ul><li>Bernardo Gabriel de Oliveira, Carlos Augusto Albini, Gislene M. Diógenes Botão, Helena Homem de Mello de Souza. &#8220;A Identificação Direta Pelos Meios Cromogênicos é Confiável a Ponto de Dispensar as Provas Bioquímicas?&#8221; Curso de especialização em Microbiologia PUC &#8211; PR, Professor e Mestre Universidade Federal do Paraná, Hospital de Clínicas, Curitiba &#8211; PR, Hospital de Clínicas, Curitiba – PR.<br><br></li><li>&#8211; Medicina Laboratorial • J. Bras. Patol. Med. Lab. 45 (1) • Fev 2009 •<a href="https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005"> https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005</a> &#8220;Diagnóstico de infecção por Candida: avaliação de testes de identificação de espécies e caracterização do perfil de suscetibilidade&#8221;<a href="https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005"> https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005</a><br></li><li>Luciene Almeida. &#8220;Meios de Cultura Cromogênicos.&#8221; Escrito por Luciene Almeida em 24 de fevereiro de 2021.<br><br></li><li>GRANJA, Brunna de Mattos. &#8220;Avaliação de meios de cultura cromogênicos para identificação rápida de microrganismos causadores de mastite bovina&#8221; [doi:10.11606/D.10.2020.tde-19012021-100518]. Pirassununga: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, 2020. Dissertação de Mestrado em Nutrição e Produção Animal. [Acesso em 2023-07-20].</li></ul>
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		<title>Rotina de Urocultura</title>
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				<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 18:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>

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				<description><![CDATA[Urocultura:  Exame solicitado no Laboratório de Microbiologia Clínica que detecta o agente etiológico causador da infecção, e que após a identificação do microrganismo permitirá o teste de sensibilidade (antibiograma) para a terapêutica. ]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>A infecção urinária é denominada de Cistite ou Uretrite quando compromete o trato urinário baixo. Por outro lado, denomina-se de Pielonefrite quando afeta simultaneamente o trato urinário inferior e o superior. Entretanto, quando a infecção urinária baixa não se apresenta acompanhada de sintomas é denominada de Bacteriúria Assintomática. As Infecções do Trato Urinário &#8211; ITU podem ser classificadas, ainda, como complicadas ou não complicadas.&nbsp;</p>



<p>20% das cepas isoladas de <strong><em> E.coli </em></strong> - o patógeno mais comum nas infecções do trato<strong> </strong>urinário &#8211; estão resistentes aos medicamentos de primeira e segunda linha, quanto aos tratamentos de segunda linha (fluoroquinolonas), com isso precisamos de resultados rápidos, precisos e eficazes.&nbsp;</p>



<p>Urocultura:&nbsp; Exame solicitado no Laboratório de Microbiologia Clínica que detecta o agente etiológico causador da infecção, e que após a identificação do microrganismo permitirá o teste de sensibilidade (antibiograma) para a terapêutica.&nbsp;</p>



<p>A <em>Escherichia coli </em>é responsável por 72% a 85% das infecções do trato urinário adquiridas na comunidade e por 48% a 60% em pacientes idosos admitidos em instituições,&nbsp; quando a ITU é adquirida no hospital, em paciente internado os agentes etiológicos variam desde a <em>Escherichia coli</em>, outras Enterobacteriales, <em>Enterococcus faecalis</em>, <em>Staphylococcus saprophyticus</em>,&nbsp; fungos, com destaque para <em>Candida spp</em>, dentre outros.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Meio Orientation</strong><br>Permite a identificação presuntiva de diversos microrganismos: <br><em>Escherichia coli &#8211; </em>Colônias rosa escura a vermelhas <br><em>Klebsiella, Citrobacter, Serratia spp &#8211; </em>Colônias azul metálicas, podendo apresentar halo avermelhado ao redor <br><em>Proteus,Providencia, Morganella spp. &#8211; </em>Colônias beges com halo marrom <br><em>Acinetobacter spp. &#8211; </em>Colônias beges <br><em>Pseudomonas spp. &#8211; </em>Colônias transparentes ou com sua pigmentação natural esverdeada <br><em>Staphylococcus epidermidis &#8211; </em>Colônias pequenas creme esbranquiçadas <br><em>Staphylococcus aureus &#8211; </em>Colônias pequenas e amarelas <br><em>Staphylococcus saprophyticus &#8211; </em>Colônias pequenas cor de rosa <br><em>Enterococcus spp. &#8211; </em>Colônias pequenas e azul turquesa <em>Candida spp. &#8211; </em>Colônias brancas puntiformes  <br></p>



<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>



<ul><li>Bernardo Gabriel de Oliveira, Carlos Augusto Albini, Gislene M. Diógenes Botão, Helena Homem de Mello de Souza. &#8220;A Identificação Direta Pelos Meios Cromogênicos é Confiável a Ponto de Dispensar as Provas Bioquímicas?&#8221; Curso de especialização em Microbiologia PUC &#8211; PR, Professor e Mestre Universidade Federal do Paraná, Hospital de Clínicas, Curitiba &#8211; PR, Hospital de Clínicas, Curitiba – PR.<br><br></li><li>&#8211; Medicina Laboratorial • J. Bras. Patol. Med. Lab. 45 (1) • Fev 2009 •<a href="https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005"> https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005</a> &#8220;Diagnóstico de infecção por Candida: avaliação de testes de identificação de espécies e caracterização do perfil de suscetibilidade&#8221;<a href="https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005"> https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005</a><br></li><li>Luciene Almeida. &#8220;Meios de Cultura Cromogênicos.&#8221; Escrito por Luciene Almeida em 24 de fevereiro de 2021.<br><br></li><li>GRANJA, Brunna de Mattos. &#8220;Avaliação de meios de cultura cromogênicos para identificação rápida de microrganismos causadores de mastite bovina&#8221; [doi:10.11606/D.10.2020.tde-19012021-100518]. Pirassununga: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, 2020. Dissertação de Mestrado em Nutrição e Produção Animal. [Acesso em 2023-07-20].</li></ul>
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		<title>Anaeróbios: Características e Mudanças do BrCast/Eucast 2023</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/microbiologia/anaerobios-caracteristicas-e-mudancas-do-brcast-eucast-2023/</link>
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				<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 18:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>

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				<description><![CDATA[A sobrevivência de bactérias anaeróbias depende de sua sensibilidade ao oxigênio, requisitos nutricionais, coleta apropriada, meio de cultura, tempo e temperatura de incubação.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Baseado na versão 13.1 do documento do EUCAST 13-03-2023<br><br><strong>Por: Janaina Rodrigues de Souza</strong> <br>Bióloga/Microbiologista</p>



<p>A sobrevivência de bactérias anaeróbias depende de sua sensibilidade ao oxigênio, requisitos nutricionais, coleta apropriada, meio de cultura, tempo e temperatura de incubação. Podem causar infecções graves, apresentando altas taxas de morbidade e mortalidade. </p>



<p><strong>Bactérias Anaeróbias</strong></p>



<p>Capazes de sobreviver e multiplicar-se na ausência de oxigênio.&nbsp;</p>



<p>A definição de anaeróbio “stricto<em>” </em>(estrito)<em> ,</em> se baseia na quantidade de oxigênio que tolera, na exigência de uma tensão de oxigênio reduzida e na ausência de crescimento em superfície de um meio de cultura sólido sob uma atmosfera de 10% de CO<sub>2</sub> (18% de O<sub>2</sub>). </p>



<p>O oxigênio é letal ao anaeróbio estrito porque na sua redução são formadas substâncias intermediárias tóxicas (radical hidroxila/ânion superóxido/peróxido de hidrogênio) que são removidas, eventualmente, por enzimas da família dos superóxidos dismutase e peroxidase, presentes em quantidades variáveis em algumas espécies, que assim garantem certa tolerância ao O<sub>2</sub>. </p>



<p>Os anaeróbios exigem, além da exclusão do O<sub>2</sub>, um ambiente com potencial de óxido-redução (Eh) baixo que pode também variar em função do pH estabelecido.&nbsp;</p>



<p>É importante salientar que esse grupo de bactérias é formado por espécies que variam de aerotolerantes a muito exigentes, quanto à ausência de oxigênio. </p>



<p><strong>Infecção</strong></p>



<p>As infecções por anaeróbios são causadas, principalmente por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>. Origem Endógena</strong></p>



<p><em>Bacteroides fragilis, Bacteroides thetaiotaomicron, Parabacteroides distasonis, &nbsp; </em>Peptostreptococcus spp<em>, </em>bacilos Gram negativos pigmentados<em> (</em>Prevotella spp<em> e </em>Porphyromonas spp<em>.) e </em>Fusobacterium spp<em>.</em>&nbsp;</p>



<p><strong>. Origem Exógena</strong></p>



<p><em>Clostridioides botulinum. Clostridioides perfringens, Clostridioides tetani.</em>&nbsp;</p>



<p><strong>Características das infecções prováveis por Anaeróbios</strong></p>



<p>&#8211; Sítio anatômico da infecção localizado próximo à superfície da boca (local de&nbsp; &nbsp; &nbsp; colonização bacteriana);&nbsp;<br>&#8211; Surgimento de infecções após mordida de animais;&nbsp;<br>&#8211; Infecção associada a tumores;&nbsp;<br>&#8211; Odor fétido;&nbsp;<br>&#8211; Presença de gás no local da infecção;&nbsp;<br>&#8211; Presença de grânulos de enxofre no material clínico (característica de uma infecção por Actinomyces);&nbsp;<br>&#8211; Presença de bactérias no Gram (bacilos Gram-positivos esporulados que lembram Clostridium), bactérias no material clínico corado pela coloração de Gram, que não crescem nos meios de cultura mantidos em atmosferas de aerobiose;<br>&#8211; Crescimento de bactérias somente na parte inferior de tubos com meios de cultura em caldo Tioglicolato com resazurina;&nbsp;<br>&#8211; Ausência de resposta à terapia antimicrobiana, caso esteja sem cobertura para anaeróbios.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/4-vidros_site-1024x832-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11516" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/4-vidros_site-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/4-vidros_site-1024x832-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/4-vidros_site-1024x832-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/4-vidros_site-1024x832-800x650.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> <strong>Kit de Coloração de GRAM</strong>  </figcaption></figure>



<p><strong>Coleta&nbsp;</strong></p>



<p>A coleta adequada de materiais clínicos para a pesquisa de bactérias anaeróbias é fundamental para um diagnóstico preciso. <br><br></p>



<p><strong>Transporte&nbsp;</strong></p>



<p><br>Deve ser feito de acordo com o tipo de amostra, utilizando meios de cultura apropriados e mantendo a temperatura adequada.</p>



<p>O tempo de transporte depende do material e do volume da amostra.</p>



<p>&#8211; Material purulento (&gt; 3mL), manter o tubo vedado (viabilidade por 2-3 horas);&nbsp;<br>&#8211; Tubos gaseificados (mistura de N₂, H₂ e CO₂ ou CO₂ apenas);&nbsp;&nbsp;<br>&#8211; Meios de transporte semi-sólidos contendo agentes redutores, como a cisteína, dispostos em camada alta (Cary-Blair pré-reduzido) &#8211; Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa;<br>&#8211; Meio de cultura Tioglicolato meio semi sólido pré reduzido.</p>



<p><strong>Importante:&nbsp;</strong><br>&#8211; Não utilizar seringa, pelo risco ocupacional que representa.&nbsp;<br>&#8211; A amostra deve ser mantida entre 18 e 22ºC durante o transporte (2h).&nbsp;<br>&#8211; Não refrigerar (pois pode aumentar a difusão do O<sub>2</sub>, ocasionando perda de algumas bactérias anaeróbias).&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/tubo-tioglicolato_site-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11559" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/tubo-tioglicolato_site-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/tubo-tioglicolato_site-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/tubo-tioglicolato_site-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/tubo-tioglicolato_site-800x650.jpg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/tubo-tioglicolato_site.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> <strong>Meio de Cultura Tioglicolato</strong> </figcaption></figure>



<p><strong>Observação: </strong>Transportar em posição vertical, em temperatura ambiente (estabilidade de 24h).  </p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL005000-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11517" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL005000-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL005000-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL005000-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL005000-800x650.jpg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL005000.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Frasco de Hemocultura</figcaption></figure>



<p><strong>Observação: </strong>O frasco não pode ser refrigerado.&nbsp;</p>



<p><strong>Processamento da Cultura de Anaeróbios</strong></p>



<p>&#8211; Deve ser realizado preferencialmente, em câmara anaeróbica, apropriada para laboratórios que processam grandes quantidades de cultura de anaeróbios;<br>&nbsp;&#8211; Semeados em ágar anaeróbio (materiais clínicos suspeitos) para melhor recuperação;<br>&#8211; O tempo de realização do preparo até a semeadura deve ser realizado em até 20 minutos.&nbsp;</p>



<p><strong>Ágar Anaeróbio&nbsp;</strong><br>Meio de cultura seletivo para anaeróbios (a maior parte das infecções provocadas pelos anaeróbios estritos são infecções mistas), o uso de meios de cultura seletivos auxilia no isolamento bacteriano.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL-1331_site-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11518" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL-1331_site-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL-1331_site-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL-1331_site-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL-1331_site-800x650.jpg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PL-1331_site.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Atmosfera de Anaerobiose em Laboratório Clínico</strong></p>



<p>As jarras de anaerobiose com geradores químicos permitem obter uma atmosfera adequada para a multiplicação dessas bactérias. Os mais utilizados são os que provocam o consumo do oxigênio através da reação deste com o H<sub>2</sub>, gerado pela presença de um haleto, formando água. A atmosfera da jarra é substituída por CO<sub>2</sub>, gerado pela presença de bicarbonato. Utiliza-se um controle (fita de papel de filtro impregnada de azul de metileno, que é um indicador de anaerobiose).&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Teste de Sensibilidade</strong></p>



<p>Seguir as recomendações do BrCast/Eucast (brcast.org.br)&nbsp;</p>



<p>&#8211; Utilizar o Meio de Cultura Ágar Anaeróbio Fastidioso com 5% de Sangue de Cavalo (FAA-HB).&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PLACA_ÁGAR_MUELLER_HINTON_COM_SANGUE_DE_CARNEIRO_NBF_1595_site-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11519" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PLACA_ÁGAR_MUELLER_HINTON_COM_SANGUE_DE_CARNEIRO_NBF_1595_site-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PLACA_ÁGAR_MUELLER_HINTON_COM_SANGUE_DE_CARNEIRO_NBF_1595_site-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PLACA_ÁGAR_MUELLER_HINTON_COM_SANGUE_DE_CARNEIRO_NBF_1595_site-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PLACA_ÁGAR_MUELLER_HINTON_COM_SANGUE_DE_CARNEIRO_NBF_1595_site-800x650.jpg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/PLACA_ÁGAR_MUELLER_HINTON_COM_SANGUE_DE_CARNEIRO_NBF_1595_site.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O Meio de Cultura FAA-HB é o recomendado para disco-difusão dos anaeróbios (BrCast/Eucast).&nbsp;</p>



<p>&#8211; Microrganismos Referência para o teste de Sensibilidade:&nbsp;</p>



<p><em>Bacteroides fragilis </em>ATCC 25285&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br><em>Clostridium perfringens </em>ATCC 13124<br></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_site-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11560" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_site-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_site-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_site-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_site-800x650.jpg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/IMG_site.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/LYFO_DISK_WEB_site-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11561" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/LYFO_DISK_WEB_site-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/LYFO_DISK_WEB_site-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/LYFO_DISK_WEB_site-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/LYFO_DISK_WEB_site-800x650.jpg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/LYFO_DISK_WEB_site.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O BrCast/Eucast estabeleceu um método para avaliar o ambiente anaeróbico para o teste de suscetibilidade antimicrobiana (AST) de bactérias anaeróbias em ágar anaeróbio fastidioso com 5% de sangue de cavalo desfibrinado mecanicamente (FAA-HB).&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O método utiliza a associação entre a diminuição do diâmetro da zona do disco do metronidazol e o aumento dos níveis de oxigênio com um microrganismo referência aerotolerante de <em>Clostridium perfringens DSM 25589</em> (CCUG 75076 e NCTC 14679).&nbsp;</p>



<p>O microrganismo referência <em>C. perfringens</em> foi testado em FAA-HB com inóculo McFarland 1 e disco de metronidazol 5 μg. FAA-HB foi incubado por 16-20 h a 35-37°C. <br><br></p>



<p>Foi determinada a associação entre os níveis de oxigênio (0, 0,16, 1, 2 e 4% de oxigênio) e o diâmetro da zona do metronidazol. <br><br></p>



<p>A reprodutibilidade a 0% de oxigênio foi investigada como parte de um estudo multicêntrico europeu de difusão em disco de bactérias anaeróbias. Os diâmetros médios da zona (n = 12) em cada nível de oxigênio foram 29mm (0%), 21 mm (0,16%), 16 mm (1%), 15 mm (2%) e 15 mm (4%). Os diâmetros da zona do metronidazol a 0% de oxigênio do estudo de reprodutibilidade multicêntrico tiveram uma mediana de 29 mm e uma faixa de percentil de 95% de 25-33 mm (n=236). Apenas uma leitura foi inferior a 25 mm. Com base nos resultados, um diâmetro de zona de ≥25 mm usando um disco de metronidazol de 5 μg e o microrganismo <em>C. perfringens</em>, testado com as recomendações do EUCAST, pode ser usado para indicar que o ambiente anaeróbio é de qualidade suficiente para cultura e difusão em disco AST.&nbsp;</p>



<p>O EUCAST incluiu o método como parte do Controle de Qualidade para AST de bactérias anaeróbias.&nbsp;</p>



<ul><li><strong>Como fazer o controle do ambiente anaeróbio? </strong>(BrCast/Eucast):&nbsp;&nbsp;</li></ul>



<p>Microrganismo Referência:<br><em>Clostridium perfringens</em> NCTC 14679 (DSM 25589)&nbsp;</p>



<p>Agente antimicrobiano: Metronidazol (5 µI)&nbsp;<br>Intervalo &gt;/= 25 mm.<br>OBS:&nbsp; Halo &gt;25 mm indica um ambiente de anaerobiose insuficiente.&nbsp;</p>



<p><strong>A Plastlabor está atenta à atualização dos documentos vigentes para melhor atender aos seus clientes.</strong><strong> </strong><strong>&nbsp;&nbsp;</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>



<p>&#8211; EUCAST (European Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing). Consultation on MIC breakpoints for additional antimicrobial agents on anaerobic bacteria (Bacteroides spp., Prevotella spp., <em>Fusobacterium necrophorum</em>, <em>Clostridium perfringens</em>, and <em>Cutibacterium acne</em>). Disponível em:<a href="https://www.eucast.org/"> </a><a href="https://www.eucast.org">https://www.eucast.org</a>.</p>



<p>&#8211; BrCast (Brazilian Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing). Tabelas de pontos de corte para interpretação de CIMs (Concentrações Inibitórias Mínimas) e diâmetros de halos. Disponível em:<a href="https://brcast.org.br/"> </a><a href="https://brcast.org.br">https://brcast.org.br</a>.<br></p>



<p>&#8211; Oplustil, C. P., Zoccoli, C. M., Tobouti, N. R., &amp; Scheffer, M. C. (Eds.). Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica (4ª ed.). Editora Sarvier.<br></p>
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		<title>Meios cromogênicos</title>
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				<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 13:43:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
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				<description><![CDATA[Os meios cromogênicos são diferenciais e seletivos, permitindo a identificação presuntiva do patógeno em menor tempo.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Os laboratórios clínicos utilizam-se de um ou mais meios de cultura para recuperar e isolar o microrganismo suspeito da infecção, além de realizar testes adicionais, para concluir a identificação, aumentando o custo e o tempo de resposta no diagnóstico.</p>



<p>Os meios cromogênicos são diferenciais e seletivos, permitindo a identificação presuntiva do patógeno em menor tempo.</p>



<p><strong>Vantagens</strong></p>



<ul><li>Sensibilidade aumentada: microrganismo cresce independente da microbiota;&nbsp;&nbsp;</li><li>Seletividade maior: microrganismo alvo detectado mais facilmente;&nbsp;</li><li>Custo reduzido: Utiliza-se somente um meio, eliminando a necessidade de utilização de mais de um meio e subculturas;&nbsp;</li><li>Menos mão de obra: Profissionais com menor tempo de semeadura e leitura;&nbsp;</li><li>Fácil identificação:&nbsp; colônias-alvo de microrganismos específicos podem ser reconhecidas rapidamente;&nbsp; </li><li>Alertas de AMR e os relatórios para CCIH em menor tempo.&nbsp;</li></ul>



<p><strong>Como funciona? </strong> <br>Os meios cromogênicos contêm moléculas incolores solúveis chamadas cromogênicos. Os cromogênicos são compostos de duas partes: um substrato <em>(que é o alvo da atividade enzimática específica do microrganismo)</em> e um cromóforo. Quando a ligação entre o substrato e o cromóforo é quebrada por uma enzima específica produzida pelo microrganismo alvo, o cromóforo é liberado. Em sua forma não conjugada, o cromóforo apresenta cores distintas. Devido à solubilidade reduzida, o cromóforo forma um precipitado que confere uma cor única à colônia.<strong> </strong> </p>



<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>



<ul><li>Bernardo Gabriel de Oliveira, Carlos Augusto Albini, Gislene M. Diógenes Botão, Helena Homem de Mello de Souza. &#8220;A Identificação Direta Pelos Meios Cromogênicos é Confiável a Ponto de Dispensar as Provas Bioquímicas?&#8221; Curso de especialização em Microbiologia PUC &#8211; PR, Professor e Mestre Universidade Federal do Paraná, Hospital de Clínicas, Curitiba &#8211; PR, Hospital de Clínicas, Curitiba – PR.<br><br></li><li>&#8211; Medicina Laboratorial • J. Bras. Patol. Med. Lab. 45 (1) • Fev 2009 •<a href="https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005"> https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005</a> &#8220;Diagnóstico de infecção por Candida: avaliação de testes de identificação de espécies e caracterização do perfil de suscetibilidade&#8221;<a href="https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005"> https://doi.org/10.1590/S1676-24442009000100005</a><br></li><li>Luciene Almeida. &#8220;Meios de Cultura Cromogênicos.&#8221; Escrito por Luciene Almeida em 24 de fevereiro de 2021.<br><br></li><li>GRANJA, Brunna de Mattos. &#8220;Avaliação de meios de cultura cromogênicos para identificação rápida de microrganismos causadores de mastite bovina&#8221; [doi:10.11606/D.10.2020.tde-19012021-100518]. Pirassununga: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, 2020. Dissertação de Mestrado em Nutrição e Produção Animal. [Acesso em 2023-07-20].</li></ul>
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		<title>Síndrome de choque tóxico estreptocócico</title>
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				<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 18:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plastlabor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
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				<description><![CDATA[A Síndrome do choque tóxico estreptocócico (SST) é uma condição grave e incomum em Pediatria.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8211; Foto por: Nathan Reading &#8211;<br><br><strong>por Janaina Rodrigues de Souza <br>Bióloga / Microbiologista<br><br></strong><em>Streptococcus pyogenes ou Streptococcus beta-hemolítico</em> do grupo A de Lancefiel<br><br>A Síndrome do choque tóxico estreptocócico (SST) é uma condição grave e incomum em Pediatria. Entretanto, nas últimas décadas, a incidência de infecções invasivas por <em>Streptococcus pyogenes ou estreptococos </em>do grupo A (SGA) tem aumentado.</p>



<p>Bactérias Gram positivas, colônias puntiformes, translúcidas, com beta-hemólise, catalase negativa, CAMP negativo, PYR positivo e sensíveis a baixas concentrações de bacitracina.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_1_blog_síndrome-de-shock-tóxico-1-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11496" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_1_blog_síndrome-de-shock-tóxico-1-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_1_blog_síndrome-de-shock-tóxico-1-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_1_blog_síndrome-de-shock-tóxico-1-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_1_blog_síndrome-de-shock-tóxico-1-800x650.jpg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_1_blog_síndrome-de-shock-tóxico-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Elas podem causar infecções como faringite, amigdalite, impetigo, erisipela, febre reumática, fasciite necrosante e Síndrome do choque tóxico.<sup>.</sup></p>



<p>A pele é uma região bastante exposta, que sofre frequentemente riscos de infecção, e possui microbiota saprófita.</p>



<p><strong>Os microrganismos podem penetrar no corpo humano por ruptura da integridade da pele e mucosa de forma</strong>:<br>&#8211; Exógenas: traumas ou mordeduras<br>&#8211; Endógenas: complicações pós cirúrgica ou implantes<br>&#8211; Hematogênica: Sistema vascular.</p>



<p><strong>As infecções de pele e tecidos moles podem ser:<br></strong>&#8211; Primárias: não existe porta de entrada (Celulite, impetigo, foliculite, furunculose e erisipela).<br>&#8211; Secundárias: por extensões de lesões já existentes (úlceras, feridas cirúrgicas ou traumáticas).</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_2_blog_síndrome-de-shock-tóxico_-1024x832.jpg" alt="" class="wp-image-11503" width="580" height="471" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_2_blog_síndrome-de-shock-tóxico_-1024x832.jpg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_2_blog_síndrome-de-shock-tóxico_-300x244.jpg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_2_blog_síndrome-de-shock-tóxico_-768x624.jpg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_2_blog_síndrome-de-shock-tóxico_-800x650.jpg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagem_2_blog_síndrome-de-shock-tóxico_.jpg 1200w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /></figure>



<p><strong>Identificação  </strong><br>A identificação de espécie de estreptococos beta hemolíticos é feita através de aglutinação com soros específicos contra os antígenos de Lancefield (A, B, C, D, F e G). </p>



<ul><li><strong>Ágar Sangue</strong> </li></ul>



<p>O Ágar Sangue é um meio nutritivo (em conformidade com os requisitos harmonizados USP/EP/JP) e não seletivo, que oferece ótimas condições de crescimento à maioria dos microrganismos Gram positivos, Gram negativos, leveduras e bactérias fastidiosas.&nbsp;</p>



<p>A combinação de caseína e peptona de soja atuam como fonte de nitrogênio, aminoácidos e peptídeos de cadeia longa; o cloreto de sódio mantém o equilíbrio osmótico e o ágar solidifica o meio.&nbsp;</p>



<p>A suplementação com 5% de sangue de carneiro fornece fatores adicionais para o crescimento de microrganismos exigentes e auxilia na determinação de reações hemolíticas (beta, alfa, gama), as quais são essenciais para a diferenciação do gênero <em>Streptococcus</em>.&nbsp;</p>



<p>Os padrões das reações hemolíticas podem variar de acordo com a fonte do sangue e o tipo de meio base utilizado. Em geral, bases de Ágar Sangue são relativamente livres de açúcares redutores, os quais têm sido reportados como uma influência negativa nas reações hemolíticas de <em>Streptococcus</em> β-hemolíticos.&nbsp;</p>



<p>Utilizado também para provas manuais de identificação presuntivas: Satelitismo, CAMP, Disco de Optoquina.&nbsp;&nbsp;</p>



<p></p>



<p><strong><em>Referências bibliográficas:</em></strong></p>



<p>&#8211; Aída Mª Gutiérrez Sáncheza, Myriam López Rojo, Carmelo Guerrero Laleona, Matilde Bustillo Alonso, Rev Pediatra Aten Primaria vol.22 no.85 Madrid Jan./Mar. 2020 EPub 03-Ago-2020 Disponível em: <a href="https://scielo.isciii.es/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1139-76322020000100014">Síndrome de shock tóxico estreptocócico (isciii.es)</a>. Acesso em 19 de jun de 2023.</p>



<p>&#8211; Carmen Paz Oplustil, Cássia Zoccoli, Nina Reiko Tobouti e Mara Cristina Scheffer. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica – 4° edição – Editora Sarvier .</p>



<p>&#8211; Agência Nacional de Vigilância Sanitária | Anvisa, MICROBIOLOGIA CLÍNICA PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO RELACIONADA À ASSISTÊNCIA À SAÚDE, Módulo 4: Procedimentos Laboratoriais: da Requisição do Exame à Análise Microbiológica e Laudo Final. Disponível em: <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/publicacoes/modulo-4-procedimentos-laboratoriais-da-requisicao-do-exame-a-analise-microbiologica-e-laudo-final">modulo-4-procedimentos-laboratoriais-da-requisicao-do-exame-a-analise-microbiologica-e-laudo-final (</a><a href="http://www.gov.br">www.gov.br</a>). Acesso em 19 de jun de 2023.</p>
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		<title>Importância da Listeria na indústria de alimentos</title>
		<link>https://plastlabor.com.br/microbiologia/importancia-da-listeria-na-industria-de-alimentos/</link>
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				<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 14:05:28 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>

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				<description><![CDATA[Todos os alimentos destinados ao consumo requerem a aplicação de boas práticas de fabricação, desde a produção primária até o consumidor final. ]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Janaína Rodrigues de Souza &#8211; Bióloga/Microbiologista</strong></p>



<p>Todos os alimentos destinados ao consumo requerem a aplicação de boas práticas de fabricação, desde a produção primária até o consumidor final. Agricultores, fabricantes, processadores, manipuladores de alimentos e consumidores têm a responsabilidade de garantir a segurança e a adequação dos alimentos para consumo.</p>



<p>Princípios gerais estabelecem uma base sólida para assegurar a higiene dos alimentos e, quando apropriado, devem ser utilizados em conjunto com códigos de práticas de higiene específicos e diretrizes sobre critérios microbiológicos.<br>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Surtos de doenças transmitidas por alimentos podem prejudicar o comércio e o turismo, acarretando perdas econômicas, desemprego e conflitos. Alimentos deteriorados resultam em desperdício e aumento de custos, afetando negativamente o comércio e a confiança do consumidor.&nbsp; O comércio internacional de alimentos e as viagens internacionais estão em crescimento, trazendo benefícios socioeconômicos, mas também a disseminação de doenças ao redor do mundo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Nas últimas duas décadas, os hábitos alimentares têm passado por mudanças em muitos países, o que levou ao desenvolvimento de novas técnicas de produção, preparação e distribuição de alimentos. Portanto, um controle eficaz de higiene tornou-se essencial para evitar consequências prejudiciais decorrentes de doenças e danos à saúde humana e à economia.</p>



<p><strong><em>Listeriose</em></strong>&nbsp;<br>A listeriose é uma doença relativamente rara, com 0,1 a 10 casos por 1 milhão de pessoas por ano, variando de acordo com os países e regiões do mundo. &nbsp;</p>



<p>Embora o número de casos de listeriose seja pequeno, a alta taxa de mortalidade associada a essa infecção a torna um importante problema de saúde pública. Surtos anteriores envolveram alimentos como produtos à base de carne prontos para consumo, como salsichas, patês, salmão defumado e salsichas de carne crua fermentada, bem como produtos lácteos (incluindo queijos macios, leite não pasteurizado e sorvete) e saladas preparadas (como salada de repolho e broto de feijão), além de frutas e legumes frescos.</p>



<p><strong><em>Listeria</em> </strong>&nbsp;<br>As bactérias do gênero Listeria são bacilos Gram-positivos, aeróbios e anaeróbios facultativos, que possuem mobilidade característica (móveis a 25°C em forma de guarda-chuva, mas não a 37°C). Elas não são resistentes a ácidos, não são encapsuladas, não formam esporos e são beta-hemolíticas, além de resistirem a temperaturas baixas. Essas bactérias estão presentes no meio ambiente, no intestino de mamíferos não humanos e humanos, em pássaros e crustáceos.&nbsp;</p>



<p>Entre as diversas espécies, a <em>Listeria monocytogenes</em> é o principal patógeno nos seres humanos.&nbsp;</p>



<p>Praticamente todos os tipos de alimentos podem hospedar e transmitir a <em>L. monocytogene</em>s, mas a infecção ocorre normalmente pela ingestão de laticínios, vegetais crus, carnes contaminadas ou, especialmente, alimentos refrigerados que não precisam ser cozidos antes de consumidos.&nbsp;</p>



<p>Os desafios para o controle de<em> L. monocytogenes</em> são significativos devido à sua presença generalizada, alta resistência a métodos conservantes comuns, como sal, fumaça ou condições ácidas nos alimentos, e sua capacidade de sobreviver e crescer em temperaturas de refrigeração (cerca de 5°C).</p>



<p>Existem diretrizes que estabelecem a aplicação de princípios gerais de higiene alimentar para o controle de <em>Listeria monocytogenes</em> em alimentos prontos para consumo (CXG 61-2007), além das Boas Práticas de Higiene (BPH) e Boas Práticas de Fabricação (BPF). Também é recomendado implementar um sistema de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios da Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC).</p>



<p>Cepa ATCC 13932 &#8211; <em>Listeria monocytogenes</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-06-at-12.17.18-1024x832.jpeg" alt="" class="wp-image-11437" srcset="https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-06-at-12.17.18-1024x832.jpeg 1024w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-06-at-12.17.18-300x244.jpeg 300w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-06-at-12.17.18-768x624.jpeg 768w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-06-at-12.17.18-800x650.jpeg 800w, https://plastlabor.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-06-at-12.17.18.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Uma ferramenta importante para o controle de <em>Listeria monocytogenes</em> é o Ágar Cromogênico Listeria, de acordo com a formulação de Ottaviani e Agosti (ALOA). Esse meio seletivo foi desenvolvido para isolar e identificar presuntivamente a <em>Listeria monocytogenes</em> de outras espécies de Listeria em amostras alimentares, seguindo a norma ISO 11290-1 de 2014.&nbsp;</p>



<p>É essencial distinguir rapidamente esse patógeno de outras espécies não patogênicas de Listeria. A diferenciação entre as espécies de Listeria ocorre com base na atividade da enzima β-glucosidase, enquanto a <em>Listeria monocytogenes</em> é diferenciada com base em sua atividade enzimática de fosfolipase. O cloreto de lítio e outros componentes antimicrobianos, como ceftazidima, polimixina, ácido nalidíxico e ciclohexmida presentes na fórmula, são responsáveis pela seletividade do meio.</p>



<p>Referências Bibliográficas :</p>



<ul><li>CAC/GL 61 (2007)- Guidelines on the Application of General Principles of Food Hygiene to the Control of <em>Listeria Monocytogenes</em> in Foods &#8211;  Disponível em:  <a href="https://www.nicd.ac.za/wp-content/uploads/2018/05/Guidelines_on_the_Application_of_General_Principles_of_Food_Hygiene_to_the_Control_of_Listeria_Monocytogenes_in_Foods_CAC_GL_61-2007.pdf">untitled (nicd.ac.za)</a>  . Acesso em: 16 jun 2023. </li></ul>



<ul><li>ISO 11290-2:2017(en) Microbiology of the food chain — Horizontal method for the detection and enumeration of Listeria monocytogenes and of Listeria spp. — Part 2: Enumeration method. Disponível em:    <a href="https://www.iso.org/obp/ui/en/#iso:std:iso:11290:-2:ed-2:v1:en">ISO 11290-2:2017(en), Microbiology of the food chain — Horizontal method for the detection and enumeration of Listeria monocytogenes and of Listeria spp. — Part 2: Enumeration method</a>  Acesso em: 16 jun 2023.</li></ul>



<ul><li>ISO 11133:2014(en) &#8211; Microbiology of food, animal feed and water — Preparation, production, storage and performance testing of culture media  Disponivel em:  <a href="https://www.iso.org/obp/ui/en/#iso:std:iso:11133:ed-1:v2:en">ISO 11133:2014(en), Microbiology of food, animal feed and water — Preparation, production, storage and performance testing of culture media</a>  Acesso em: 16 jun 2023.  </li></ul>



<ul><li>Carmen Paz Oplusti; Cassia Maria Zoccoli, Nina Reiko Tobouti; Maria Cristina Scheffer. (2010) Procedimentos Básicos em Microbiologia clínica – Editora Sarvier – 4° edição  </li></ul>



<ul><li>ISO 7218, Microbiologia de alimentos e rações para animais &#8211; Requisitos gerais e orientações para exames microbiológicos ISO 11133, Microbiologia de alimentos, ração animal e água — Preparação, produção, armazenamento e testes de desempenho de meios de cultura. Disponivel em:  <a href="https://www.iso.org/obp/ui/en/#iso:std:iso:7218:ed-3:v1:en">ISO 7218:2007(en), Microbiology of food and animal feeding stuffs — General requirements and guidance for microbiological examinations</a> Acesso em:  16 jun 2023.   </li></ul>



<ul><li>ISO 11290-1:2017 Microbiology of the food chain — Horizontal method for the detection and enumeration of <em>Listeria monocytogenes</em> and of <em>Listeria spp.</em> — Part 1: Detection method. Disponivel em:  <a href="https://www.iso.org/obp/ui/en/#iso:std:iso:11290:-1:ed-2:v1:en">ISO 11290-1:2017(en), Microbiology of the food chain — Horizontal method for the detection and enumeration of Listeria monocytogenes and of Listeria spp. — Part 1: Detection method</a>   Acesso em: 16 jun 2023.  <br> </li></ul>
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